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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

CARTA AO MISTRO DA JUSTIÇA:DR SERGIO MORO:CRIMINALIZAR A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

01-DE FEVEREIRO DE 2019
EXMO SR MINISTRO DA JUSTIÇA DO BRASIL
DR SERGIO MORO:

Venho a traves desta carta a me dirigir a VOSSA EXCELÊNCIA .
Peço para que no BRASIL seja criminalizada a intolerância religiosa l.
seja comparada ao terrorismo,pois intolerância religiosa é um principio rumo ao terrorismo religioso.

Peço que VOSSA EXCELÊNCIA interceda também pela internacionalização da criminalização da intolerância religiosa ao igual que é O TERRORISMO E TRÁFICO DE DROGAS 

sábado, 3 de junho de 2017

sábado, 19 de novembro de 2016

Los yazidíes, víctimas del genocidio jihadista

Los yazidíes, víctimas del genocidio jihadista

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Foto: Rache Unkovic Cémite de Rescate Internacional Wikipedia CC BY 2.0
Los yazidíes, una minoría religiosa cuyas raíces se remontan a 2.000 años antes de Cristo, conmemoran a las víctimas de uno de los primeros genocidios del siglo XXI reconocido por la ONU, perpetrado hace dos años por el Estado Islámico en el norte de Irak.
Al menos 5.000 hombres y niños fueron asesinados y más de 7.000 mujeres y niñas secuestradas por los jihadistas del Estado Islámico (EI) que arrasaron en la madrugada del 2 al 3 de agosto de 2014 la localidad de Sinyar, de la que huyeron otras 200.000 personas, mientras varios cientos o miles -se desconoce la cifra- murieron de hambre y sed al ser cercados en un monte cercano.
“Muchos de ellos siguen cautivos en Siria donde son sometidos a los más inimaginables horrores”, dijo la Comisión de investigación de Naciones Unidas sobre atrocidades el pasado 16 de junio, al considerar que el EI cometió “genocidio”, “múltiples” crímenes contra la Humanidad y crímenes de guerra contra los yazidíes.
La ONU calcula que 3.200 mujeres y niños yazidíes están aún cautivos del Estado Islámico, que utiliza a las mujeres como esclavas sexuales y adoctrina a los menores como militantes para usarlos en la guerra.
“Les suplico: eliminen por completo al Dáesh (acrónimo en árabe del Estado Islámico)”, había pedido seis meses antes ante el Consejo de Seguridad de la ONU la joven yazidí Nadia Murad, al relatar cómo fue secuestrada y violada por miembros del grupo terrorista.
Murad rememoró cómo los jihadistas mataron a la mayoría de los varones de su aldea, como la separaron de su familia en el norte iraquí y cómo la intercambiaron, junto a otras mujeres y niñas, para entregarla a distintos hombres.
La joven fue objeto de continuas violaciones, de malos tratos y de todo tipo de humillaciones hasta que logró escapar y, posteriormente, llegar como refugiada a Alemania.
Murad reclamó a la comunidad internacional que liberen a las mujeres y niños “que aún sufren bajo el yugo” del Estado Islámico y pidió a los gobiernos que cobijen a los yazidíes, que se ven obligados a huir de sus hogares y que, en muchos casos, están muriendo tratando de llegar a Europa.
La historia de Nadia es similar a la de Farida Khalaf, otra joven yazidí que se ha atrevido a contarla en un libro (The Girl Who Beat Isis: My Story): el asesinato de su padre y hermanos y su traslado desde Irak a la vecina Siria para ser vendida en el mercado de esclavas de Raqa, la “capital” del autoproclamado califato.
Nadia y Farida lograron escapar de las garras del Estado Islámico, como las casi 800 mujeres que, tras refugiarse en el campo de Duhok, en el Kurdistán iraquí, han recibido ayuda médica y psicológica en varios centros instalados en torno a ese campamento.
“790 mujeres yazidíes han sido tratadas en Duhok después de escapar o ser rescatadas de las manos del grupo, pero aún están traumatizadas”, dijo Hoshyar Musa, director del programa sanitario de la provincia kurda, a la agencia local BasNews.
Muchas de ellas, explicó Musa, han tenido que ser enviadas a Alemania, dada la gravedad de sus daños psicológicos tras meses de esclavitud sexual.
Todas ellas proceden de Sinyar y sus alrededores, donde la barbarie del Estado Islámico llegó allí a uno de puntos más extremos.
Las imágenes de las mujeres, ancianos y niños yazidíes huyendo a través del monte, donde muchos de ellos, acorralados por los jihadistas, murieron de hambre y sed, llevaron a EEUU a tomar la espinosa decisión de volver a intervenir militarmente en Irak, en esa ocasión con bombardeos al frente de una coalición internacional.
Dos años después, aún se desconoce la cifra de fallecidos en el monte Sinyar, donde murieron muchos niños y bebés, cuyos cadáveres quedaron abandonados a la intemperie en la desesperada huida de sus familiares.
De etnia kurda, la minoría religiosa yazidí, heredera del zoroastrismo persa y adoradora del fuego, lleva siglos sufriendo la opresión de otras religiones, que la consideran “adoradores del diablo”.
Entre sus creencias se encuentra la adoración al ángel caído, llamado Melek Taus, al que los yazidíes representan con la figura de un pavo real y que las principales religiones monoteístas, como el cristianismo o el islam, han vinculado con el diablo. EFE

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Floriano Pesaro fala no plenário - A posição da UNESCO quanto ao Monte do Templo.

17:39 (Há 2 horas)
para mim

Senhor Presidente, Senhores Deputados, Senhoras Deputadas,

Venho hoje aqui falar do perigo da deterioração de órgãos antes conhecidos por sua importância, mas hoje reféns de grupelhos que deturpam o próprio cerne das organizações, especificamente a ONU e suas agências.
A Organização das Nações Unidas é uma organização internacional fundada em 1945 após a Segunda Guerra Mundial por 51 países comprometidos com a manutenção da paz e da segurança internacionais, desenvolver relações amistosas entre as nações e promover o progresso social, melhores padrões de vida e direitos humanos.
Desde a sua criação o mundo tem a ONU como o baluarte da razão e do consenso mundial. É fato. Podemos lembrar quando os judeus, emocionaram-se ao lembrar a data de 16 de setembro de 1947 quando, sob a batuta do brasileiro Oswaldo Aranha, foi aprovado o plano da Partilha da Palestina, possibilitando a criação do Estado de Israel.
A ONU é responsável por incontáveis ações humanitárias, educacionais, de desenvolvimento sustentável e justiça social e tem buscado ajudar populações mais vulneráveis deste planeta.
Em sua história, a ONU foi fórum de debates importantes para a preservação da paz mundial e foi fundamental para o final de crises importantes como a da Baía dos Porcos, nos anos 60 e particularmente da Guerra Fria. A ONU teve papel protagonista também durante a fatídica Guerra do Vietnã. Foi importante para acabar com a crise da Sérvia e muitos outros conflitos na história moderna.
Desde sua formação, a Organização criou agências especializadas em áreas específicas de atuação, como a UNESCO Organização das Nações Unidas para a Educação, a OMS Organização Mundial da Saúde, a AIEA Agência Internacional de Energia Atômica, entre tantas outras, para melhor servir o povo dos países afiliados no que tange às tantas questões que afligem as gerações deste nosso século.
No entanto, hoje estamos aqui analisando uma grande vulnerabilidade desta nobre organização. Nos últimos tempos, a ONU tem fracassado em implementar planos de paz que impeçam massacres ignóbeis como este que têm virado rotina na Síria.
Sua capacidade de ação diante de ditadores assassinos é quase nula. Negociadores hábeis e dignos como os secretários gerais U Thant, Javier Perez de Cuellar, Kofi Annan e Ban Ki Moon não conseguem avaliar o tamanho do mal e da sede de poder que residem na alma de cada líder sanguinário que comanda ou comandou tropas em, Ruanda, Somália, Sudão e, atualmente, na Síria.
Não é só este fator que inibe e impede uma ação mais efetiva de polícia e de controle das forças de paz da ONU. A Organização, quando se vê diante de problemas eminentemente políticos, territoriais, não consegue obter consenso de seus membros, que obedecem suas próprias agendas e esquecem os valores básicos de integridade humana. Assim, tanto em votações dos países com direito de veto, quanto todos os outros membros, cada qual busca seus interesses e alianças locais convenientes e isto pode inviabilizar uma ação mais coerente da ONU.
Notadamente, podemos citar a última votação da UNESCO referente à condição de Jerusalém e alguns de seus lugares sagrados.
Historicamente em 1945, a UNESCO foi criada, a fim de responder à firme convicção de nações, forjada por duas guerras mundiais em menos de uma geração, que os acordos políticos e econômicos não são suficientes para construir uma paz duradoura. A paz deve ser estabelecida com base na solidariedade intelectual e moral da humanidade.

A UNESCO se esforça para construir redes entre as nações que permitem esse tipo de solidariedade, através da mobilização para a educação, de modo que cada criança, menino ou menina, tenha acesso a uma educação de qualidade como um direito humano fundamental e como um pré-requisito para o desenvolvimento humano, através da construção da compreensão intercultural: através da protecção do patrimônio e apoio à diversidade cultural. A UNESCO criou a idéia do Património Mundial para proteger os sítios de valor universal excepcional, e protegendo a liberdade de expressão: uma condição essencial para a democracia, desenvolvimento e dignidade humana.
Hoje, eis que uma agência com esta nobreza de espírito se curva a interesses políticos regionais e resolve emitir uma resolução tão insana como a de 18 de Outubro, quando ignorou toda a História do mundo e qualificou Jerusalém e especificamente o Monte do Templo como sagrados unicamente aos muçulmanos.
O monte do Templo, em alusão ao antigo templo conforme é conhecido pelos judeus e cristãos, também chamado Nobre Santuário pelos muçulmanos, é um lugar sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos também um dos locais mais disputados do mundo. Lá se encontram a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha construídos no século VII e que estão entre as mais antigas estruturas do mundo muçulmano. Por essa razão, o lugar é também referido pela imprensa como Esplanada das Mesquitas.
Trata-se do local mais sagrado do judaísmo, já que é no monte Moriá que se situa a história bíblica do sacrifício de Isaac. Para os muçulmanos, lá teria ocorrido o sacrifício de Ismael. O lugar da "pedra do sacrifício" (a Sagrada Pedra de Abraão) foi eleito pelo rei David para construir um santuário que albergasse o objeto mais sagrado do judaísmo, a Arca da Aliança. As obras foram terminadas por Salomão no que se conhece como Primeiro Templo ou Templo de Salomão e cuja descrição só conhecemos através da Bíblia, já que foi profanado e destruído por Nabucodonosor II em 587 a.C. dando início ao exílio judaico na Babilônia. Uns anos depois foi reconstruído o Segundo Templo, que voltou a ser destruído em 70 d.C. pelos romanos, com a exceção do muro ocidental, conhecido como Muro das Lamentações, que ainda se conserva e que constitui o lugar de peregrinação mais importante para os judeus. Segundo a tradição judaica, é o sítio onde deverá construir-se o terceiro e último templo nos tempos do Messias.
Quanto à Jeusalém, a cidade tem uma história que data do 4º milênio a.C., tornando-a uma das mais antigas do mundo. Jerusalém é a cidade santa no Judaísmo e o centro espiritual dos judeus desde o século X a.C contém um número de significativos lugares antigos cristãos, e é considerada a terceira cidade santa no Islão.
A primeira vez que a Bíblia cita Cristo em Jerusalém foi quando este tinha 12 anos e peregrinou à Jerusalém com seus pais para participar da Pesach, a Páscoa Judaica, como era de costume de todo judeu àquela época.
Nesse período, Jesus ia ao Sagrado Templo aprender com os judeus e acabou ficando para trás quando seus pais partiram. Quando Maria e José retornaram, encontraram o filho entre os mestres e espantando a todos com sua sabedoria.
Os acontecimentes relativos à morte de Jesus aconteceram todos em Jerusalém e a Via Crucis mostra sua caminhada final com a cruz.
Mas, há mais de 3.300 anos, Jerusaém foi a capital judaica.
Jerusalém é mencionada mais de 700 vezes na Bíblia. Os judeus do mundo rezam voltados para Jerusalém.
Todos estes fatos reais atestam para importância de Jerusalém como cidade sagrada do judaísmo, do cristianismo e do islamismo.
Negar a sacralidade de Jerusalém para as outras duas religiões monoteístas do mundo é negar a própria História do Mundo e a Bíblia.
Por tudo isso, só podemos inferir que a UNESCO e a ONU têm se caracterizado como elemento de manobra de alguns países, majoritariamente muçulmanos, e cria suas resoluções com um parti-pris absolutamente não condizente com suas histórias e seus propósitos.
Justificadamente, as comunidades judaicas e cristãs do mundo ocidental repudiaram esta nefasta resolução da UNESCO e expressaram contundentemente sua revolta.
No Brasil, a entidade guarda-chuva de todas as organizações judaicas, a CONIB, Confederação Israelita do Brasil fez circular um documento citando este desvio de propósito da UNESCO.
Este é um capítulo vergonhoso de uma entidade outrora criada com princípios tão nobres.
A realidade é que todos nós devemos estar alertas e denunciar a deturpação destas entidades que deveriam pensar o mundo como um todo e promover o entendimento e a paz entre nações.

Floriano Pesaro
Deputado Federal

sábado, 6 de agosto de 2016

LAVAGEM DE DINHEIRO E FORMAÇÃO DE QUADRILHA NAS ÁREA RELIGIOSAS DE TAPURAH MT

EXMO SR MINISTRO DA JUSTIÇA
DR ALEXANDRE DE MORAES

ASSUNTO 

LAVAGEM DE DINHEIRO E FORMAÇÃO DE QUADRILHA NAS ÁREA RELIGIOSAS DE TAPURAH MT 


Peço que meu nome seja colocado no anonimato por minha integridade física .

Desejo denunciar a IGREJA CATÓLICA (Paroquia Nossa Senhora Aparecida),As igreja evangélicas e também o centro espirita EVOLUIR por LAVAGEM DE DINHEIRO e FORMAÇÃO DE QUADRILHA ,peço para A POLICIA FEDERAL e A RECEITA FEDERAL fazer um pente fino ,pois pedem dinheiro e não se sabe para onde vai pois não fazem nada pelo social ,são inoperantes  ;em especial O PADRE PÁROCO PAULO ANTONIO MÜLLER, também O PASTOR GEOVANE DEFANT da IGREJA EVANGELHO QUADRANGULAR que pede abusadamente dinheiro dos fieis  .Tambem O PASTOR JOSÉ ADELINA DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS 
 Peço para investigar O CENTRO ESPIRITA EVOLUIR que está na PROPRIEDADE de NELSON PERUZO ,ele e  sua mãe NEIDA PERUZO ,não fazem nada pelo social . 

 Já que  a lei é para todos peço um pente fino em todas as comunidades religiosas de TAPURAH independente doa a quem doe

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O ESTADO ISLÁMICO MATA HOMOSEXUAIS

O Estado Islâmico lapida dois "gay" na Síria

O Estado Islâmico (EI) apedrejado dois jovens "para cometer atos que violam decência com homens" na província síria de Deir al-Zur, o Observatório Sírio de Direitos Humanos informou.
A ONG, citando ativistas na área, disse um dos jovens, 20 anos de idade, foi apedrejado até a morte depois de ter sido capturado por membros do grupo extremista que encontrou em suas fotografias de telefonia móvel que supostamente os jovens que cometem práticas "indecente" com outros homens.
A vítima foi executada em uma rotatória na aldeia de Al Mayādīn frente de dezenas de pessoas, incluindo crianças.
Por outro lado, um outro jovem foi apedrejado no bairro
Hamidiya, na cidade de Deir al-Zur, capital provincial, por ter feito "contrários aos bons costumes" age com outros homens, de acordo com os islamistas. O Estado Islâmico assumiu com os cadáveres dos executados, sem permitir que o enterro ou a entrega a suas famílias.
O grupo jihadista autodenominado Estado Islâmico declarou um califado no final de junho no Iraque e na Síria, que tomaram partes do território do norte e central de ambos os países.
No dia 13, o Estado Islâmico emitiu uma gravação atribuída a seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, que anunciou a expansão do califado para o Golfo Pérsico e Norte da África, onde outras organizações extremistas juraram lealdade. EFE

sábado, 29 de novembro de 2014

el estado islámico mata homosexuales

El Estado Islámico lapida a dos "homosexuales" en Siria



El Estado Islámico (EI) lapidó a dos jóvenes "por cometer actos que contravienen la decencia con otros hombres" en la provincia nororiental siria de Deir al Zur, informó el Observatorio Sirio de Derechos Humanos.
La ONG, que citó a activistas en la zona, señaló que uno de los jóvenes, de veinte años de edad, fue lapidado tras haber sido capturado por miembros del grupo extremista que encontraron en su teléfono móvil fotografías en las que supuestamente el joven cometía prácticas "indecentes" con otros varones.
La víctima fue ejecutada en una rotonda en la localidad de Al Mayadín delante de decenas de personas, entre ellas menores.
Por otro lado, otro joven fue lapidado en el barrio de
Hamidiya, en la ciudad de Deir al Zur, capital provincial, por haber llevado a cabo actos "contrarios a la decencia" con otros hombres, según los islamistas. El Estado Islámico se llevó consigo los cadáveres de los ejecutados, sin permitir su enterramiento o la entrega a sus familias.
Los jihadistas del grupo autodenominado Estado Islámico declararon un califato a finales de junio en Irak y Siria, donde han tomado partes del norte y el centro del territorio de ambos países.
El pasado día 13, el Estado Islámico emitió una grabación atribuida a su líder, Abu Bakr al Bagdadi, en la que anunció la expansión del califato a los países del golfo Pérsico y el norte de África, donde otras organizaciones extremistas le han jurado lealtad. EFE