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sexta-feira, 8 de maio de 2020

A demagogia do BDS na pandemia

A demagogia do BDS na pandemia

Por Floriano Pesaro, sociólogo

O movimento antissemita BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) contra o Estado de Israel - e, também por isso, antissemita - dispensa apresentações e não nos brinda com mínimas expectativas de grandeza, haja vista sua própria natureza. Contudo, no início de abril – quando escrevo essa reflexão – chamou-me atenção a desfaçatez do fundador do movimento, Omar Barghouti, ao dizer que “se Israel encontrar a cura para o câncer, por exemplo, ou qualquer outro vírus, então não há problema em cooperar com Israel para salvar milhões de vidas” durante um “webinar”, seminário virtual, do BDS. O movimento, ainda na descrição do evento, acusava também Israel de “continuar explorando os trabalhadores palestinos sem a mais simples proteção” e acusava os oficiais palestinos de “normalizarem” a cooperação com Israel.

Ora, a desfaçatez e a demagogia já costumeiras desse movimento ultrapassaram os limites do bom senso em muitos aspectos, mas quero ater-me aqui a dois deles: a desfaçatez do movimento ao abordar a posição de Israel frente a um desafio humanitário e a propositada omissão do papel de Israel no desenvolvimento dos tratamentos de saúde.

Comecemos pela insuspeita Organização das Nações Unidas (ONU) que, por tantas vezes, já emitiu comunicados e decisões parciais que desconsideravam a história, o legado e a legitimidade dos pleitos israelenses, dessa vez viu-se impelida em reconhecer, nos mais variados níveis, os esforços de Israel na cooperação com os oficiais palestinos. Esse reconhecimento veio, inclusive, no pronunciamento do secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, que mencionou a estreita cooperação entre Jerusalém e Ramallah durante uma conferência de imprensa anunciando o lançamento do "Plano Global de Resposta Humanitária COVID-19".

Contudo, quero destacar o que os antissemitas do BDS nem sequer mencionaram: o ramo palestino do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, longe de ser um órgão imparcial, publicou em seu primeiro “relatório de emergência” que existe uma “cooperação sem precedentes nos esforços destinados a conter a pandemia entre as autoridades israelenses e palestinas” enfatizando o trabalho feito pelo Coordenador de Atividades Governamentais de Israel nos Territórios (COGAT) na organização de treinamentos para as equipes médicas palestinas, da doação de mais de 1 mil kits de testes e milhares de equipamentos de proteção individual (EPIs) e da liberação de US$ 25 milhões para as autoridades palestinas conterem os impactos econômicos da crise – isso tudo, vale salientar, num momento em que os países se estranham mundialmente em buscas desses mesmos suprimentos (testes, EPIs e recursos financeiros) que Israel doa, independentemente de retribuição sequer amigável, para o outro lado da fronteiras.

Além de omitirem os esforços humanitários israelenses na cooperação apesar das incessantes violações e ataques contra Eretz Israel de grupos terroristas abrigados nesses mesmos territórios que hoje recebem ajuda humanitária hebraica, o fundador do BDS chega ao segundo ponto que quero enfatizar: supõe que Israel pode, no futuro, desenvolver curas e tratamentos de saúde dos quais seria legitima – mesmo que o movimento tente promover a escassez de recursos e parcerias contra Israel – sua utilização pelos antissemitas. Barghouti parece esquecer que Israel já fizera centenas de inovações na área de saúde - muitas delas sobre as quais me aprofundei em recente artigo nesse mesmo espaço – que, certamente, gozam de uso dos defensores do BDS sem qualquer constrangimento. Não era necessária, portanto, a “autorização” do líder para que o oportunismo fosse posto em prática.

Israel sempre quis e continua querendo paz e respeito a sua história e seu território e esse é mais um episódio que escancara o antissemitismo do BDS e de setores da oficialidade palestina que sonegam informações e criam falsas narrativas que tentam impor a Israel um papel que não lhe cabe na complexa relação com seus vizinhos. É preciso reiterar que essa é hora de humanismo e os israelenses estão mostrando isso de uma maneira bela e altamente desprendida. Esperamos que, no futuro os defensores do BDS sejam, ao menos, corajosos para assumir sua incoerência quando lhes convêm."

Cordialmente,

Floriano Pesaro
SITE: floriano45.com.br
Facebook: Floriano Pesaro
Twitter: @Floriano45

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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A LEI INFAME DA POLÔNIA

A Lei Infame da Polônia  (A Lei Infame da Polônia )

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Floriano Pesaro por  mlsend.com 

9 de fev (Há 6 dias)
para mim
   
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A Lei Infame da PolôniaLeia não Seu Navegador

A Lei Infame da Polônia


Pretendia escrever hum Artigo Sobre a importancia do Desenvolvimento para sociais Que Toda Uma parcela do Mundo Pudesse ter Uma Melhor Perspectiva de vida, mas a Polônia me Trouxe de volta à Questão Que Mais TEM residido na minha alma: o enorme Perigo da Volta do nazismo.
Nestas Últimas Semanas o Senado da Polônia aprovou polêmica lei Sobre Holocausto. A Legislação Preve Até Três ano de Prisão Para quem acusar poloneses de cumplicidade crimes EM nazistas e USAR Expressão "campos de extermínio poloneses".
Como se Uma lei Pudesse apagar Toda a Responsabilidade polonesa cabelo Sofrimento de Milhões de Judeus.
Desde Varsóvia Até Apt, desde Lodzj Até Stashow, Todas como Cidades e vilarejos Já conviviam com hum antissemitismo Ferrenho.
MUITOS Judeus Afortunados conseguiram Sair fazê país antevendo O Que aconteceria. MUITOS AINDA vieram sem apagar das Luzes Antes da Guerra.
E, ENTÃO, com um nazista Invasão, milhares e milhares de poloneses puderam Exercer Seu profundo Sentimento Judeus OS contra.
ELES denunciavam de forma Sistemática OS Judeus Que estavam Escondidos em porões e nas Ruas, NAS Cidades Pequenas OU disfarçados Como Cidadãos Não Judeus.
Eles Não tinham prurido em chantagear uma judia População. ELES aceitavam Cuidar de Bebês e Crianças judias para DEPOIS ficarem com ELAS e forçarem Que ELAS aceitassem a fé Cristã, recusando-se a devolver-las Depois da guerra.
poloneses OS dilapidaram Judeus SEUS. joias Roubaram, Obras de Arte e Dinheiro. ELES invadiram Propriedades e se apropriaram delas. O judeu, faminto, deslocado Em Busca de SEUS bens, voltaram Às SUAS Cidades para bater a porta na Cara, pois Sua Casa Já Não era sua, SUAS joias Já Não OS esperavam, SUAS posses Não Mais existiam.
E a Polônia VEM Hoje e cria Uma lei that nega Toda ESTA Perseguição?
A População judaica polonesa foi um that Mais Morreu Durante o nazismo. Sim, Era Uma das MAIORES Populações de Judeus no Mundo, mas, claramente, o Envolvimento fazer polonês alimentou um Matança.
Nesta nova fobia contra o judeu, comeu MESMO a ONU anda Jogando no DOS tempo antissemitas. Suas resoluções anunciando Que Jerusalém, de modo E sagrada para muçulmanos OS E, inequivocamente, Uma declaração antissemita. Aqui, Nem Se trata de atacar enfática e injustamente o Estado de Israel, mas E UMA Resolução Que afeta o judeu do Mundo TODO.
Sabemos TAMBÉM, that MESMO SEM colares de Oficiais, centenas de eventos antissemitas estao acontecendo. JA Podemos ELm Chamar de eventos, São MESMO Uma grande onda racista. Nem MESMO São Só antissionistas, São expressões Globais de Ordem nazista.
Hoje, protegidos Pela Nossa Terra Sagrada, TEMOS o Compromisso de Aumentar Nosso tom de voz Diante Deste panorama.
Não Seremos Mais o povo desenraizado e Sujeito a Estes Ataques.
Nossas Instituições, Confederações, agremiações, Escolas, Clubes, sinagogas, e de Todos os Judeus TEMOS uma Missão de defensor Nosso povo, SEJA PROCURANDO como vias da lei para ISSO, OU Falando, Escrevendo, Fazendo demonstrações, Apresentando Discursos e denunciando mentiras.
Que a Polônia me venha prender, mas SUA cumplicidade EM crimes nazistas E FATO notorio e Os Campos de Concentração poloneses were UNS dos Mais Bem-sucedidos NA Esteira nazista.
Eu e milhares e milhares de Judeus no Mundo somos Obrigados a denunciar ESTA Mais Nova Expressão de racismo da Polônia.
E Hoje, mais fortalecidos, dizemos, foi nazismo polonês sim !!!
Floriano Pesaro
Secretário de Estado do Desenvolvimento social
Deputado Federal
PLETZ.com
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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

A volta do passado


 A VOLTA DO PASSADO
 Hoje em dia, no século 21, o judeu está em perigo tanto quanto esteve nos dias e anos precedentes ao surgimento do nazismo.
Sim, o antissemitismo existe no mundo desde a Antiguidade, desde a Pérsia da Rainha Esther, desde a tentativa dos gregos em querer assimilar nossa cultura e tradições, desde também os pogroms na Rússia e Polônia.
Logo antes das políticas alemãs e de outros países europeus, os judeus nascidos nestes recantos se consideravam, ingenuamente, cidadãos alemães, poloneses, franceses, italianos, gregos e outros.
A percepção desses judeus era que como cidadãos legítimos destas nações, eles não seriam afetados pelo ódio porque eram tão alemães, franceses, italianos, poloneses, austríacos quanto qualquer outra pessoa lá nascida.
Pouco a pouco, as leis anti-judeus foram surgindo nestes países e foram sendo publicadas e aplicadas, mas mesmo assim milhares de judeus, principalmente aqueles cidadãos de classe média e alta, da academia, da literatura, da música  e muitos mais, deram pouca atenção a isso interpretando que seus status nas referidas comunidades acabariam prevalecendo sobre suas origens judaicas.
Ledo engano. O antissemitismo e o racismo desses povos foram sendo incitados e impregnaram a consciência coletiva da Europa. A onda racista culpava os judeus por todos os defeitos do mundo, especificamente pelo controle das finanças, das comunicações, ou simplesmente por serem diferentes, com uma cultura e tradição próprias.
Entretanto, com o passar dos dias, meses e anos, o judeu perfeitamente adaptado nesses países percebeu que não passaria incólume da desgraça.
A perseguição alcançaria todo e qualquer judeu. Mesmo aqueles casados com pessoas de origens diferentes seriam cruelmente atacados e suas posições nas respectivas sociedades não os protegeria da tragédia. Suas casas, suas riquezas, suas posições como pessoas diferenciadas não lhes valeriam para nada. Foram todos engolidos no que seria o maior e pior plano de destruição do povo judeu.
Entretanto, a comunidade judaica parece ter esquecido um pouco desta história. Apesar de termos sobrevivido ao nazismo e fascismo, ainda acreditamos que passaremos incólumes a uma nova e crescente onda de antissemitismo.
Milhares de judeus pensam que este ódio que está renascendo tem tudo a ver com a postura do Estado de Israel e as posturas palestinas.
Existe a crença de que tudo isso passará quando o conflito árabe- israelense tiver sido resolvido. Vemos inclusive muitos judeus que protestam contra Israel, porque consideram o país como opressor.
É fato que a política de Israel intensifica a tendência anti judaica do mundo, mas, infelizmente o problema é muito maior.
O ódio contra judeus pelo simples fato de serem judeus ressurge de uma forma muito semelhante aos anos pré Segunda Guerra Mundial.
Tanto na Europa quanto nos Estados Unidos acontecem demonstrações que utilizam as mesmas frases nazistas de um passado recente.
“Fora Judeus” “Morte aos Judeus” aparecem em protestos contra nosso povo. A manifestação mais recente aconteceu na Polônia, é a prova mais contundente desse ódio puro, mas inúmeros países nobres têm presenciado e ignorado muitas passeatas com estas características.
Os símbolos efetivamente judaicos são motivos também para agressões e impropérios racistas. O judeu não se sente mais seguro nas ruas da Europa, mas muitos alimentam a ideia que tudo passará com a paz em Israel.
Não. O que ocorre é produto puro e intransigente do antissemitismo mostrando sua face novamente.
Subir no ônibus com uma kipá e ser selvagemente agredido por isso, bombas diante de nossas sinagogas e esfaqueamento de religiosos, agressões vocais e físicas contra nós cada vez mais são parte do cotidiano na Europa.
O movimento ariano nos Estados Unidos está aumentando cada vez mais e consideram o judeu como um povo inferior.
O discurso geral novamente atribui ao judeu como detentor das finanças do mundo e do controle dos meios de comunicação. Afirmam que o judeu e o judaísmo são o veneno que assola o mundo. Começamos novamente a ser indesejados e mais uma vez somos o bode expiatório para as classes políticas tanto da direita quanto da esquerda.
Sim, hoje temos Israel como nosso porto seguro, com seu compromisso de receber todos os judeus do mundo, mas o perigo é que continuemos a nos sentirmos ingenuamente cidadãos dos nossos países de origem e nos considerarmos imunes a este ódio puro que renasce.
O temor é que só abriremos os olhos quando for tarde demais.
Parece que a história do Holocausto e as políticas públicas de promoção de diversidade já não nos valem para nada. Mesmo os discursos de tolerância que nossos líderes pregam parecem ser incapazes de garantir um futuro mais justo e a extinção do antissemitismo crescente.
A resposta para tudo isso pode ser Israel, mas temos que ficar alertas para não sermos humilhados pelo mundo novamente.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

A bandeira de um país

Um PAÍS BANDEIRA DE UM

Ha Alguns dias, o mundo presenciou UM ATO that mancha A História milenar dos Esportes.
Sempre acreditamos that Todas quanto Competições ESPORTIVAS ficavam Acima dos Conflitos Políticos e das Diferentes Nacionalidades. Os milhares e milhares de Praticantes, em QUALQUÉR Que fosse o evento, deveriam respeitar SEUS adversarios e TRATAR todos com uma deferencia Que QUALQUÉR atleta merece.
No Mês de outubro, assistimos hum dos Pontos Mais Baixos da Comunidade esportiva. Em Uma Competição acontecida em Abu Dhabi, Tal Flicker, um judoca israelense, ganhou uma medalha de ouro. Na hora de subir Ao pódio, pasmem, a Organização do evento se recusou a estender sem mastro de uma bandeira de Israel ea tocar Hatikva, o hino nacional do país.
Tal Flicker, o Campeão israelense, ENTÃO, na hora da medalha, cantou desafiadoramente e Sozinho, o hino de SUA Nação.
Felizmente, uma notícia Deste desrespeito Correu o mundo atraves de Todos os Tipos de Mídia, SEJA Nos Jornais Impressos, locais nsa de notícia, não universo das redes sociais, todos se manifestaram, de Uma forma Ou de Outra, o Repúdio a este ato, Totalmente em desacordo com a desportiva Prática ea História.
Já, as antes Desta ofensa para com Israel, Durante OS Jogos Olímpicos no Brasil, um judoca egipcio se recusou a cumprimentar Seu adversario israelense Que o havia derrotado.
Estas Manifestações de Ódio Fazem parte de hum contexto Mais AMPLO, a demonização do Estado judeu.
PoDE Haver Alguma Dúvida de that Israel E o país Mais vilipendiado do Mundo Hoje? Nenhuma Outra Nação engendra tanto desprezo, SEJA medido em polegadas de de Coluna de jornal, protestos de rua OU pixels de Computador. O Único Aspecto fazer Ódio Mais perturbador fazer that A SUA onipresença virulenta E a falta de proporção com Erros OS reais (e alegados) de Israel. A Coréia do Norte Funciona Como hum vasto gulag, o presidente da Síria, Bashar al-Assad, derrama armas Químicas em Crianças e Os Irmãos Castro governam despoticamente A Ilha cubana POR Cinco Décadas, mas Nenhum Desses regimes ditatoriais desperta a Fúria dirigida Ao Estado democrático judaico. A maioria dos Europeus, da Acordo com Pesquisas, consideră este Pequeno país de Oito Milhões de Pessoas Como a Maior Ameaça para a paz mundial. Um soldado israelense dispara Uma bala de Borracha na Cisjordânia é Isso IRA Gerar Multidões venenosas em Cidades Ao Redor do Globo; como Forças Armadas paramilitares iranianas assassinam manifestantes Pacificos em plena luz do dia eo Mundo emite APENAS UM protesto.
Por Que Israel è fruto Deste Ódio Tão desmesurado?
A RESPOSTA Fácil E o antissemitismo e, embora o Ódio AOS Judeus certamente Contribuir para Gerar hostilidade a Israel, ESTA Não PODE Ser um Única explicação. Conhecemos ISSO Porque Israel, desde um em SUA Fundação 1948, TEM SIDO UM estado judeu, e AINDA ASSIM o seu status Como vilão do Mundo Só foi Conquistado Décadas Mais tarde.
Grande parte fazer Motivo da Mudança NAS atitudes do Mundo PODE Ser atribuída a Uma Transformação básica na ótica fazer Conflito nenhuma Oriente Médio. QUANDO Israel declarou SUA Independência em 14 de maio de 1948, fez ISSO Como Uma Nação incipiente de Sobreviventes fazer Holocausto e pioneiros Agrarios Isolados, cercados POR exércitos Árabes hostis com a intenção de Terminar O Que OS nazistas começaram. circunstancias Nestas, Não E Difícil entendre Por Que Israel ganhou a admiração de Tantas PESSOAS em Todo o Mundo Durante OS Primeiros ano de SUA existencia precária.
Israel aceitou o Plano de Partição das Nações Unidas para a Palestina, Que dividiria o Território do mandato Britânico Entre Árabes e Judeus e colocaria Jerusalém soluço Uma forma de Fiscalização internacional. Os Árabes o rejeitaram, escolhendo uma guerra contra o Compromisso. QUANDO Israel ganhou ESSA guerra, also ganhou a admiração de grande parte do Mundo (Não árabe e muçulmano Não). Aqui estava Uma Pequena Nação, Uma Jovem democracia, defendendo-se contra a agressão Que tinha Como Objetivo aniquilar o país. Diante de such Desafios, Israel, nos meados do Século XX, era fácilmente identificável Como David batalhando POR SUA Própria Sobrevivência contra o Golias árabe.
A narrativa, não entanto, começou a se mudar apos uma Guerra dos Seis Dias de 1967. Em Meio A Defesa contra Outra Tentativa árabe de destruí-lo, Israel conquistou parte da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, Territórios Que tinham, comeu Aquela Época, SIDO ilegalmente ocupados Pela Jordânia e Egito cabelo, respectively. Ambas como parcelas de terra ERAM povoadas de Árabes, MUITOS das Quais haviam fugido fazer Mandato da Palestina - POR SUA Própria Vontade OU POR Serem expulsas de SUAS casas Pelas Tropas israelenses - em 1948.
Agora, o Conflito Poderia Ser reformulado e Israel Não era Mais O Pequeno país contra o vasto mundo árabe, mas era Israel poderoso OS contra palestinos ocupados e apátridas (that começariam a Abraçar UMA Denominação "palestina" distinta, em Oposição à Identidade nacional árabe) . resumo em, A Luta de Israel para Existir ao Lado de SEUS Vizinhos em paz Passou de Ser conhecida de Conflito árabe-israelense (em that Israel era inegavelmente David) para o Conflito israelo-palestino (em that SEUS Inimigos começaram a AFIRMAR Que o estado judaico era na Golias Verdade).
ASSIM, TODAS como Vozes esquerdopatas, that viam OS palestinos Como o povo oprimido, passaram a perceber Israel Como país dominante e agressivo.
Com ESSE Apoio generalizado Ao povo palestino, ESTA Percepção tendenciosa do Estado judeu Gerou este Ódio desmedido contra o país Sionista e reacendeu o antissemitismo no Mundo.
Como a Mídia Abraça sempre como visões esquerdistas, ESSE Ódio se disseminou mundo afora.
Israel, Os israelenses e, Por consequencia o povo judeu, começaram a Ser Atingidos por ESTA Visão distorcida da História.
ASSIM, MESMO OS eventos Desportivos, Que deveriam Estar Acima de Qualquer ato Politico, tornaram-se arenas para Manifestações de Ódio. A nobreza dos Esportes foi contaminada indelevelmente.
EntreTanto, o mundo judaico PODE Contar com Seu povo, Que cria Cidadãos Como Tal Flicker, that orgulhosamente Defende SUA pátria no ato solitário de cantar o hino de Israel.
E Cedo para sabermos se ESTA atitude de Abu Dhabi vai if repetir OU SE Podemos Esperar Que o mundo perceba o Perigo de contaminar o mundo esportivo com Ações Que representem o oposto de tudo Que o esporte Acredita.
Porem, Hoje, Queremos cumprimentar este judoca Que se colocou Acima Desta ofensa e Levou Seu hino para o pódio.
Kol HaKavod, Flicker.
Floriano Pesaro Secretário de Estado de Desenvolvimento social Deputado Federal

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

KRISTALLNACHT

10 de nov (Há 3 dias)
para mim

Kristallnacht. Um nome imponente. A Noite dos Cristais. Foi um momento paradigmático.  O pogrom mais famoso e infame (se é que podemos escolher um destes atos infames para ser mais trágico do que outro) ocorrido na Áustria e Alemanha.
A Kristallnacht, acontecida entre 9 e 10 de Novembro de 1938 serve como a definição inicial do modelo que seria implantado pelos nazistas com referência ao povo judeu a partir de então.
Usando como pretexto o assassinato de um diplomata alemão por um judeu polonês, Goebbels instiga os dirigentes do paramilitares a atacarem os judeus e eles organizam as violências que deviam visar suas lojas e as sinagogas. Numa única noite, 91 judeus foram mortos e cerca de 25.000 a 30.000 foram presos e levados para campos de concentração. 7500 lojas judaicas e 267 sinagogas foram reduzidas a escombros. Os lares judeus também foram saqueados, os cemitérios, violados.
A ironia é a enorme multa de 1 bilhão de marcos alemães que foi cobrada dos próprios judeus pela destruição da qual eles foram as vítimas.
Muitos consideram a Kristallnacht como o início do Holocausto, pois foi um prenúncio do que estava por vir.
É por isso que não podemos deixar de lembrar a cada ano esta data. Lembrarmo-nos do que aconteceu. Lembrarmo-nos do que o ser humano é capaz.
Nossa resposta, nossa vingança, é o respeito, a memória e o alerta.
Estamos aqui em nome das pessoas mortas, presas e enviadas aos campos de trabalho forçado, que sofreram humilhações e perdas irreparáveis nos anos de exceção de uma perseguição malévola.
Estamos aqui para lembrar que um governo manipulador e totalitário certa vez sentiu-se acima do bem do mal e do Divino, decretando a superioridade racial como política de estado e pensou que poderia dominar o mundo assim.
Estamos aqui para alertar que nossa memória, prontidão e nossas atitudes tudo farão para que atos assim NUNCA se repitam com o povo judeu ou qualquer ser humano.
É para isso que estamos aqui.
Esta é a nossa missão.
Por isso, espalhem. Este é o novo significado da Kristallnacht, a data em que lembramos de que nunca mais teremos uma Noite dos Cristais!!

Floriano Pesaro
Secretário de Estado de Desenvolvimento Social
Deputado Federal
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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Um Manifesto pela Ética e pela Moral(floriano pesaro)

Caso não consiga visualizar, clique aqui
                                                       Um Manifesto pela Ética e pela Moral
Nos tempos de Platão e Aristóteles, as palavras ética e política eram indissociáveis!! Longe de ser um meio de enriquecimento, de trampolim social, de conquista de poder, a política era, antes de tudo, coisa muito séria. O político digno deste nome, o estadista real, almejava muito mais do que estas benesses temporárias. A obra de um político convicto e sério surge do sonho de multiplicar o bem possível, de harmonizar direitos e deveres de cidadania.
A ciência da política tem história, tem cânones, tem exemplos. A política que tenta criar leis que, no sentido mais amplo, são as relações necessárias que derivam da natureza das coisas e dos homens. Aliás, Platão, o filósofo ateniense, usava uma bela metáfora para exemplificar a nobreza da política: a atividade do político, disse ele, assemelha-se à da tecelagem. Nada mais é do que a arte da vestimenta, o que implica na escolha do tecido, das peças que devem ser costuradas à mão, e da armação final, pois seu objetivo maior é dar segurança e abrigo, da mesma forma que um traje protege das intempéries e assegura os pudores.
Então, nos tempos medievais, Maquiavel promove uma ruptura. Maquiavel reivindica a irredutibilidade e a autonomia da política, a política como um campo específico do saber, a exigir um enfoque também específico, distinto da moral, da ética e da religião. Ainda hoje Maquiavel é um autor polêmico. Seu nome ficou definitivamente associado à percepção da política como a arte da dissimulação e do engodo. O termo maquiavélico está carregado de conotações negativas, corroborando a imagem do político como uma pessoa dotada de uma habilidade especial para esconder suas reais intenções e manipular as situações a seu favor, enfim, um mestre no emprego da astúcia e da força ao sabor de suas conveniências políticas, um ser traiçoeiro, sendo mesmo capaz de eliminar do seu caminho os amigos de ontem, os aliados de outrora, quer dizer, basicamente alguém em quem não se pode confiar. Maquiavelismo, enfim, simboliza a face demoníaca do poder.
Embora nem sempre haja convergência entre a prática política e os princípios morais, é fato hoje que a sociedade em geral está cansada de tantas notícias envolvendo escândalos de corrupção e posturas não condizentes com nossos representantes políticos (tanto na esfera do poder executivo quanto do legislativo) e clama por uma sociedade mais justa, no mesmo sentido em que desde a antiguidade Platão e Aristóteles já destacavam o importante papel que a justiça e a política devem desempenhar para a vida em sociedade.
Hoje, parece que nossos governantes esqueceram definitivamente o princípio essencial que deveria governar suas práticas públicas! A causa própria, o corporativismo, os interesses escusos, o abuso de poder para isentar cada um de prováveis punições pelos seus desmandos, viraram verdades absolutas na vida de nossos políticos! Com exceção de poucos elementos, nossos representantes estão abrindo mão de qualquer pudor ou sentido de justiça que deveriam ser suas prioridades.
Por isso, não podemos deixar de nos manifestar veementemente contra a anistia do caixa dois!!! Contra os destemperos constantes de nossa política nacional. Contra o costume de usar o poder do cargo para exigir benefícios próprios. O Brasil já não aceita isso. Pessoalmente e em nome de todos que me agraciaram com seus votos, devo firmar posição em nome da ética! Quero que minhas condutas sejam condizentes com o que esperam de mim.  Quero, realmente, poder fazer parte de uma nova geração de políticos, aqueles que entendem que o povo não tolera mais maquiavelismos. Quero poder afirmar que tenho orgulho de ser político!!
Como disse Rui Barbosa em uma ocasião, como candidato da República. Em um de seus pronunciamentos como candidato à presidência da República, Rui Barbosa afirmou: “Toda a política se há de inspirar na moral. Toda a política há de emanar da Moral. Toda a política deve ter a Moral por norte, bússola e rota".
É minha determinação seguir a máxima de Rui Barbosa e me manifestar sempre que a ética e a moral sejam enxovalhadas no universo político.

Floriano Pesaro
Secretário de Estado do Desenvolvimento Social
Deputado Federal

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Floriano Pesaro fala no plenário - A posição da UNESCO quanto ao Monte do Templo.

17:39 (Há 2 horas)
para mim

Senhor Presidente, Senhores Deputados, Senhoras Deputadas,

Venho hoje aqui falar do perigo da deterioração de órgãos antes conhecidos por sua importância, mas hoje reféns de grupelhos que deturpam o próprio cerne das organizações, especificamente a ONU e suas agências.
A Organização das Nações Unidas é uma organização internacional fundada em 1945 após a Segunda Guerra Mundial por 51 países comprometidos com a manutenção da paz e da segurança internacionais, desenvolver relações amistosas entre as nações e promover o progresso social, melhores padrões de vida e direitos humanos.
Desde a sua criação o mundo tem a ONU como o baluarte da razão e do consenso mundial. É fato. Podemos lembrar quando os judeus, emocionaram-se ao lembrar a data de 16 de setembro de 1947 quando, sob a batuta do brasileiro Oswaldo Aranha, foi aprovado o plano da Partilha da Palestina, possibilitando a criação do Estado de Israel.
A ONU é responsável por incontáveis ações humanitárias, educacionais, de desenvolvimento sustentável e justiça social e tem buscado ajudar populações mais vulneráveis deste planeta.
Em sua história, a ONU foi fórum de debates importantes para a preservação da paz mundial e foi fundamental para o final de crises importantes como a da Baía dos Porcos, nos anos 60 e particularmente da Guerra Fria. A ONU teve papel protagonista também durante a fatídica Guerra do Vietnã. Foi importante para acabar com a crise da Sérvia e muitos outros conflitos na história moderna.
Desde sua formação, a Organização criou agências especializadas em áreas específicas de atuação, como a UNESCO Organização das Nações Unidas para a Educação, a OMS Organização Mundial da Saúde, a AIEA Agência Internacional de Energia Atômica, entre tantas outras, para melhor servir o povo dos países afiliados no que tange às tantas questões que afligem as gerações deste nosso século.
No entanto, hoje estamos aqui analisando uma grande vulnerabilidade desta nobre organização. Nos últimos tempos, a ONU tem fracassado em implementar planos de paz que impeçam massacres ignóbeis como este que têm virado rotina na Síria.
Sua capacidade de ação diante de ditadores assassinos é quase nula. Negociadores hábeis e dignos como os secretários gerais U Thant, Javier Perez de Cuellar, Kofi Annan e Ban Ki Moon não conseguem avaliar o tamanho do mal e da sede de poder que residem na alma de cada líder sanguinário que comanda ou comandou tropas em, Ruanda, Somália, Sudão e, atualmente, na Síria.
Não é só este fator que inibe e impede uma ação mais efetiva de polícia e de controle das forças de paz da ONU. A Organização, quando se vê diante de problemas eminentemente políticos, territoriais, não consegue obter consenso de seus membros, que obedecem suas próprias agendas e esquecem os valores básicos de integridade humana. Assim, tanto em votações dos países com direito de veto, quanto todos os outros membros, cada qual busca seus interesses e alianças locais convenientes e isto pode inviabilizar uma ação mais coerente da ONU.
Notadamente, podemos citar a última votação da UNESCO referente à condição de Jerusalém e alguns de seus lugares sagrados.
Historicamente em 1945, a UNESCO foi criada, a fim de responder à firme convicção de nações, forjada por duas guerras mundiais em menos de uma geração, que os acordos políticos e econômicos não são suficientes para construir uma paz duradoura. A paz deve ser estabelecida com base na solidariedade intelectual e moral da humanidade.

A UNESCO se esforça para construir redes entre as nações que permitem esse tipo de solidariedade, através da mobilização para a educação, de modo que cada criança, menino ou menina, tenha acesso a uma educação de qualidade como um direito humano fundamental e como um pré-requisito para o desenvolvimento humano, através da construção da compreensão intercultural: através da protecção do patrimônio e apoio à diversidade cultural. A UNESCO criou a idéia do Património Mundial para proteger os sítios de valor universal excepcional, e protegendo a liberdade de expressão: uma condição essencial para a democracia, desenvolvimento e dignidade humana.
Hoje, eis que uma agência com esta nobreza de espírito se curva a interesses políticos regionais e resolve emitir uma resolução tão insana como a de 18 de Outubro, quando ignorou toda a História do mundo e qualificou Jerusalém e especificamente o Monte do Templo como sagrados unicamente aos muçulmanos.
O monte do Templo, em alusão ao antigo templo conforme é conhecido pelos judeus e cristãos, também chamado Nobre Santuário pelos muçulmanos, é um lugar sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos também um dos locais mais disputados do mundo. Lá se encontram a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha construídos no século VII e que estão entre as mais antigas estruturas do mundo muçulmano. Por essa razão, o lugar é também referido pela imprensa como Esplanada das Mesquitas.
Trata-se do local mais sagrado do judaísmo, já que é no monte Moriá que se situa a história bíblica do sacrifício de Isaac. Para os muçulmanos, lá teria ocorrido o sacrifício de Ismael. O lugar da "pedra do sacrifício" (a Sagrada Pedra de Abraão) foi eleito pelo rei David para construir um santuário que albergasse o objeto mais sagrado do judaísmo, a Arca da Aliança. As obras foram terminadas por Salomão no que se conhece como Primeiro Templo ou Templo de Salomão e cuja descrição só conhecemos através da Bíblia, já que foi profanado e destruído por Nabucodonosor II em 587 a.C. dando início ao exílio judaico na Babilônia. Uns anos depois foi reconstruído o Segundo Templo, que voltou a ser destruído em 70 d.C. pelos romanos, com a exceção do muro ocidental, conhecido como Muro das Lamentações, que ainda se conserva e que constitui o lugar de peregrinação mais importante para os judeus. Segundo a tradição judaica, é o sítio onde deverá construir-se o terceiro e último templo nos tempos do Messias.
Quanto à Jeusalém, a cidade tem uma história que data do 4º milênio a.C., tornando-a uma das mais antigas do mundo. Jerusalém é a cidade santa no Judaísmo e o centro espiritual dos judeus desde o século X a.C contém um número de significativos lugares antigos cristãos, e é considerada a terceira cidade santa no Islão.
A primeira vez que a Bíblia cita Cristo em Jerusalém foi quando este tinha 12 anos e peregrinou à Jerusalém com seus pais para participar da Pesach, a Páscoa Judaica, como era de costume de todo judeu àquela época.
Nesse período, Jesus ia ao Sagrado Templo aprender com os judeus e acabou ficando para trás quando seus pais partiram. Quando Maria e José retornaram, encontraram o filho entre os mestres e espantando a todos com sua sabedoria.
Os acontecimentes relativos à morte de Jesus aconteceram todos em Jerusalém e a Via Crucis mostra sua caminhada final com a cruz.
Mas, há mais de 3.300 anos, Jerusaém foi a capital judaica.
Jerusalém é mencionada mais de 700 vezes na Bíblia. Os judeus do mundo rezam voltados para Jerusalém.
Todos estes fatos reais atestam para importância de Jerusalém como cidade sagrada do judaísmo, do cristianismo e do islamismo.
Negar a sacralidade de Jerusalém para as outras duas religiões monoteístas do mundo é negar a própria História do Mundo e a Bíblia.
Por tudo isso, só podemos inferir que a UNESCO e a ONU têm se caracterizado como elemento de manobra de alguns países, majoritariamente muçulmanos, e cria suas resoluções com um parti-pris absolutamente não condizente com suas histórias e seus propósitos.
Justificadamente, as comunidades judaicas e cristãs do mundo ocidental repudiaram esta nefasta resolução da UNESCO e expressaram contundentemente sua revolta.
No Brasil, a entidade guarda-chuva de todas as organizações judaicas, a CONIB, Confederação Israelita do Brasil fez circular um documento citando este desvio de propósito da UNESCO.
Este é um capítulo vergonhoso de uma entidade outrora criada com princípios tão nobres.
A realidade é que todos nós devemos estar alertas e denunciar a deturpação destas entidades que deveriam pensar o mundo como um todo e promover o entendimento e a paz entre nações.

Floriano Pesaro
Deputado Federal