|
politica evolutiva mundo laico pela separação da religião do estado por la separação de la religión del estado evolutionary secular political world ,the separation of religion from state Эволюционный светская политическая мир отделение религии от государства/العالم السياسي العلماني التطوري فصل الدين عن الدولة עולם פוליטי חילוני אבולוציונית הפרדת דת מהמדינה
Mostrando postagens com marcador FLORIANO PESARO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FLORIANO PESARO. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 8 de maio de 2020
A demagogia do BDS na pandemia
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
A LEI INFAME DA POLÔNIA
A Lei Infame da Polônia (A Lei Infame da Polônia )
Entrada
| x |
|
9 de fev (Há 6 dias)
![]() | ![]() ![]() | ||
| ||||
inglês
português
Visualizar mensagem original
Não traduzir automaticamente para o: inglês
|
Clique aqui para Responder ou Encaminhar
|
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
A volta do passado
A VOLTA DO PASSADO
Hoje em dia, no século 21, o judeu está em perigo tanto quanto esteve nos dias e anos precedentes ao surgimento do nazismo.
Sim, o antissemitismo existe no mundo desde a Antiguidade, desde a Pérsia da Rainha Esther, desde a tentativa dos gregos em querer assimilar nossa cultura e tradições, desde também os pogroms na Rússia e Polônia.
Logo antes das políticas alemãs e de outros países europeus, os judeus nascidos nestes recantos se consideravam, ingenuamente, cidadãos alemães, poloneses, franceses, italianos, gregos e outros.
A percepção desses judeus era que como cidadãos legítimos destas nações, eles não seriam afetados pelo ódio porque eram tão alemães, franceses, italianos, poloneses, austríacos quanto qualquer outra pessoa lá nascida.
Pouco a pouco, as leis anti-judeus foram surgindo nestes países e foram sendo publicadas e aplicadas, mas mesmo assim milhares de judeus, principalmente aqueles cidadãos de classe média e alta, da academia, da literatura, da música e muitos mais, deram pouca atenção a isso interpretando que seus status nas referidas comunidades acabariam prevalecendo sobre suas origens judaicas.
Ledo engano. O antissemitismo e o racismo desses povos foram sendo incitados e impregnaram a consciência coletiva da Europa. A onda racista culpava os judeus por todos os defeitos do mundo, especificamente pelo controle das finanças, das comunicações, ou simplesmente por serem diferentes, com uma cultura e tradição próprias.
Entretanto, com o passar dos dias, meses e anos, o judeu perfeitamente adaptado nesses países percebeu que não passaria incólume da desgraça.
A perseguição alcançaria todo e qualquer judeu. Mesmo aqueles casados com pessoas de origens diferentes seriam cruelmente atacados e suas posições nas respectivas sociedades não os protegeria da tragédia. Suas casas, suas riquezas, suas posições como pessoas diferenciadas não lhes valeriam para nada. Foram todos engolidos no que seria o maior e pior plano de destruição do povo judeu.
Entretanto, a comunidade judaica parece ter esquecido um pouco desta história. Apesar de termos sobrevivido ao nazismo e fascismo, ainda acreditamos que passaremos incólumes a uma nova e crescente onda de antissemitismo.
Milhares de judeus pensam que este ódio que está renascendo tem tudo a ver com a postura do Estado de Israel e as posturas palestinas.
Existe a crença de que tudo isso passará quando o conflito árabe- israelense tiver sido resolvido. Vemos inclusive muitos judeus que protestam contra Israel, porque consideram o país como opressor.
É fato que a política de Israel intensifica a tendência anti judaica do mundo, mas, infelizmente o problema é muito maior.
O ódio contra judeus pelo simples fato de serem judeus ressurge de uma forma muito semelhante aos anos pré Segunda Guerra Mundial.
Tanto na Europa quanto nos Estados Unidos acontecem demonstrações que utilizam as mesmas frases nazistas de um passado recente.
“Fora Judeus” “Morte aos Judeus” aparecem em protestos contra nosso povo. A manifestação mais recente aconteceu na Polônia, é a prova mais contundente desse ódio puro, mas inúmeros países nobres têm presenciado e ignorado muitas passeatas com estas características.
Os símbolos efetivamente judaicos são motivos também para agressões e impropérios racistas. O judeu não se sente mais seguro nas ruas da Europa, mas muitos alimentam a ideia que tudo passará com a paz em Israel.
Não. O que ocorre é produto puro e intransigente do antissemitismo mostrando sua face novamente.
Subir no ônibus com uma kipá e ser selvagemente agredido por isso, bombas diante de nossas sinagogas e esfaqueamento de religiosos, agressões vocais e físicas contra nós cada vez mais são parte do cotidiano na Europa.
O movimento ariano nos Estados Unidos está aumentando cada vez mais e consideram o judeu como um povo inferior.
O discurso geral novamente atribui ao judeu como detentor das finanças do mundo e do controle dos meios de comunicação. Afirmam que o judeu e o judaísmo são o veneno que assola o mundo. Começamos novamente a ser indesejados e mais uma vez somos o bode expiatório para as classes políticas tanto da direita quanto da esquerda.
Sim, hoje temos Israel como nosso porto seguro, com seu compromisso de receber todos os judeus do mundo, mas o perigo é que continuemos a nos sentirmos ingenuamente cidadãos dos nossos países de origem e nos considerarmos imunes a este ódio puro que renasce.
O temor é que só abriremos os olhos quando for tarde demais.
Parece que a história do Holocausto e as políticas públicas de promoção de diversidade já não nos valem para nada. Mesmo os discursos de tolerância que nossos líderes pregam parecem ser incapazes de garantir um futuro mais justo e a extinção do antissemitismo crescente.
A resposta para tudo isso pode ser Israel, mas temos que ficar alertas para não sermos humilhados pelo mundo novamente.
|
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
A bandeira de um país
|
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
KRISTALLNACHT
10 de nov (Há 3 dias)
![]() | ![]() ![]() | |||
| ||||
Kristallnacht. Um nome imponente. A Noite dos Cristais. Foi um momento paradigmático. O pogrom mais famoso e infame (se é que podemos escolher um destes atos infames para ser mais trágico do que outro) ocorrido na Áustria e Alemanha.
A Kristallnacht, acontecida entre 9 e 10 de Novembro de 1938 serve como a definição inicial do modelo que seria implantado pelos nazistas com referência ao povo judeu a partir de então.
Usando como pretexto o assassinato de um diplomata alemão por um judeu polonês, Goebbels instiga os dirigentes do paramilitares a atacarem os judeus e eles organizam as violências que deviam visar suas lojas e as sinagogas. Numa única noite, 91 judeus foram mortos e cerca de 25.000 a 30.000 foram presos e levados para campos de concentração. 7500 lojas judaicas e 267 sinagogas foram reduzidas a escombros. Os lares judeus também foram saqueados, os cemitérios, violados.
A ironia é a enorme multa de 1 bilhão de marcos alemães que foi cobrada dos próprios judeus pela destruição da qual eles foram as vítimas.
Muitos consideram a Kristallnacht como o início do Holocausto, pois foi um prenúncio do que estava por vir.
É por isso que não podemos deixar de lembrar a cada ano esta data. Lembrarmo-nos do que aconteceu. Lembrarmo-nos do que o ser humano é capaz.
Nossa resposta, nossa vingança, é o respeito, a memória e o alerta.
Estamos aqui em nome das pessoas mortas, presas e enviadas aos campos de trabalho forçado, que sofreram humilhações e perdas irreparáveis nos anos de exceção de uma perseguição malévola.
Estamos aqui para lembrar que um governo manipulador e totalitário certa vez sentiu-se acima do bem do mal e do Divino, decretando a superioridade racial como política de estado e pensou que poderia dominar o mundo assim.
Estamos aqui para alertar que nossa memória, prontidão e nossas atitudes tudo farão para que atos assim NUNCA se repitam com o povo judeu ou qualquer ser humano.
É para isso que estamos aqui.
Esta é a nossa missão.
Por isso, espalhem. Este é o novo significado da Kristallnacht, a data em que lembramos de que nunca mais teremos uma Noite dos Cristais!!
Floriano Pesaro
Secretário de Estado de Desenvolvimento Social
Deputado Federal
SITE
YOUTUBE
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Um Manifesto pela Ética e pela Moral(floriano pesaro)
Caso não consiga visualizar, clique aqui.
Um Manifesto pela Ética e pela Moral
Nos tempos de Platão e Aristóteles, as palavras ética e política eram indissociáveis!! Longe de ser um meio de enriquecimento, de trampolim social, de conquista de poder, a política era, antes de tudo, coisa muito séria. O político digno deste nome, o estadista real, almejava muito mais do que estas benesses temporárias. A obra de um político convicto e sério surge do sonho de multiplicar o bem possível, de harmonizar direitos e deveres de cidadania.
A ciência da política tem história, tem cânones, tem exemplos. A política que tenta criar leis que, no sentido mais amplo, são as relações necessárias que derivam da natureza das coisas e dos homens. Aliás, Platão, o filósofo ateniense, usava uma bela metáfora para exemplificar a nobreza da política: a atividade do político, disse ele, assemelha-se à da tecelagem. Nada mais é do que a arte da vestimenta, o que implica na escolha do tecido, das peças que devem ser costuradas à mão, e da armação final, pois seu objetivo maior é dar segurança e abrigo, da mesma forma que um traje protege das intempéries e assegura os pudores.
Então, nos tempos medievais, Maquiavel promove uma ruptura. Maquiavel reivindica a irredutibilidade e a autonomia da política, a política como um campo específico do saber, a exigir um enfoque também específico, distinto da moral, da ética e da religião. Ainda hoje Maquiavel é um autor polêmico. Seu nome ficou definitivamente associado à percepção da política como a arte da dissimulação e do engodo. O termo maquiavélico está carregado de conotações negativas, corroborando a imagem do político como uma pessoa dotada de uma habilidade especial para esconder suas reais intenções e manipular as situações a seu favor, enfim, um mestre no emprego da astúcia e da força ao sabor de suas conveniências políticas, um ser traiçoeiro, sendo mesmo capaz de eliminar do seu caminho os amigos de ontem, os aliados de outrora, quer dizer, basicamente alguém em quem não se pode confiar. Maquiavelismo, enfim, simboliza a face demoníaca do poder.
Embora nem sempre haja convergência entre a prática política e os princípios morais, é fato hoje que a sociedade em geral está cansada de tantas notícias envolvendo escândalos de corrupção e posturas não condizentes com nossos representantes políticos (tanto na esfera do poder executivo quanto do legislativo) e clama por uma sociedade mais justa, no mesmo sentido em que desde a antiguidade Platão e Aristóteles já destacavam o importante papel que a justiça e a política devem desempenhar para a vida em sociedade.
Hoje, parece que nossos governantes esqueceram definitivamente o princípio essencial que deveria governar suas práticas públicas! A causa própria, o corporativismo, os interesses escusos, o abuso de poder para isentar cada um de prováveis punições pelos seus desmandos, viraram verdades absolutas na vida de nossos políticos! Com exceção de poucos elementos, nossos representantes estão abrindo mão de qualquer pudor ou sentido de justiça que deveriam ser suas prioridades.
Por isso, não podemos deixar de nos manifestar veementemente contra a anistia do caixa dois!!! Contra os destemperos constantes de nossa política nacional. Contra o costume de usar o poder do cargo para exigir benefícios próprios. O Brasil já não aceita isso. Pessoalmente e em nome de todos que me agraciaram com seus votos, devo firmar posição em nome da ética! Quero que minhas condutas sejam condizentes com o que esperam de mim. Quero, realmente, poder fazer parte de uma nova geração de políticos, aqueles que entendem que o povo não tolera mais maquiavelismos. Quero poder afirmar que tenho orgulho de ser político!!
Como disse Rui Barbosa em uma ocasião, como candidato da República. Em um de seus pronunciamentos como candidato à presidência da República, Rui Barbosa afirmou: “Toda a política se há de inspirar na moral. Toda a política há de emanar da Moral. Toda a política deve ter a Moral por norte, bússola e rota".
É minha determinação seguir a máxima de Rui Barbosa e me manifestar sempre que a ética e a moral sejam enxovalhadas no universo político.
Floriano Pesaro
Secretário de Estado do Desenvolvimento Social
Deputado Federal
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Floriano Pesaro fala no plenário - A posição da UNESCO quanto ao Monte do Templo.
17:39 (Há 2 horas)
![]() | ![]() ![]() | |||
| ||||
Senhor Presidente, Senhores Deputados, Senhoras Deputadas,
Venho hoje aqui falar do perigo da deterioração de órgãos antes conhecidos por sua importância, mas hoje reféns de grupelhos que deturpam o próprio cerne das organizações, especificamente a ONU e suas agências.
A Organização das Nações Unidas é uma organização internacional fundada em 1945 após a Segunda Guerra Mundial por 51 países comprometidos com a manutenção da paz e da segurança internacionais, desenvolver relações amistosas entre as nações e promover o progresso social, melhores padrões de vida e direitos humanos.
Desde a sua criação o mundo tem a ONU como o baluarte da razão e do consenso mundial. É fato. Podemos lembrar quando os judeus, emocionaram-se ao lembrar a data de 16 de setembro de 1947 quando, sob a batuta do brasileiro Oswaldo Aranha, foi aprovado o plano da Partilha da Palestina, possibilitando a criação do Estado de Israel.
A ONU é responsável por incontáveis ações humanitárias, educacionais, de desenvolvimento sustentável e justiça social e tem buscado ajudar populações mais vulneráveis deste planeta.
Em sua história, a ONU foi fórum de debates importantes para a preservação da paz mundial e foi fundamental para o final de crises importantes como a da Baía dos Porcos, nos anos 60 e particularmente da Guerra Fria. A ONU teve papel protagonista também durante a fatídica Guerra do Vietnã. Foi importante para acabar com a crise da Sérvia e muitos outros conflitos na história moderna.
Desde sua formação, a Organização criou agências especializadas em áreas específicas de atuação, como a UNESCO Organização das Nações Unidas para a Educação, a OMS Organização Mundial da Saúde, a AIEA Agência Internacional de Energia Atômica, entre tantas outras, para melhor servir o povo dos países afiliados no que tange às tantas questões que afligem as gerações deste nosso século.
No entanto, hoje estamos aqui analisando uma grande vulnerabilidade desta nobre organização. Nos últimos tempos, a ONU tem fracassado em implementar planos de paz que impeçam massacres ignóbeis como este que têm virado rotina na Síria.
Sua capacidade de ação diante de ditadores assassinos é quase nula. Negociadores hábeis e dignos como os secretários gerais U Thant, Javier Perez de Cuellar, Kofi Annan e Ban Ki Moon não conseguem avaliar o tamanho do mal e da sede de poder que residem na alma de cada líder sanguinário que comanda ou comandou tropas em, Ruanda, Somália, Sudão e, atualmente, na Síria.
Não é só este fator que inibe e impede uma ação mais efetiva de polícia e de controle das forças de paz da ONU. A Organização, quando se vê diante de problemas eminentemente políticos, territoriais, não consegue obter consenso de seus membros, que obedecem suas próprias agendas e esquecem os valores básicos de integridade humana. Assim, tanto em votações dos países com direito de veto, quanto todos os outros membros, cada qual busca seus interesses e alianças locais convenientes e isto pode inviabilizar uma ação mais coerente da ONU.
Notadamente, podemos citar a última votação da UNESCO referente à condição de Jerusalém e alguns de seus lugares sagrados.
Historicamente em 1945, a UNESCO foi criada, a fim de responder à firme convicção de nações, forjada por duas guerras mundiais em menos de uma geração, que os acordos políticos e econômicos não são suficientes para construir uma paz duradoura. A paz deve ser estabelecida com base na solidariedade intelectual e moral da humanidade.
A UNESCO se esforça para construir redes entre as nações que permitem esse tipo de solidariedade, através da mobilização para a educação, de modo que cada criança, menino ou menina, tenha acesso a uma educação de qualidade como um direito humano fundamental e como um pré-requisito para o desenvolvimento humano, através da construção da compreensão intercultural: através da protecção do patrimônio e apoio à diversidade cultural. A UNESCO criou a idéia do Património Mundial para proteger os sítios de valor universal excepcional, e protegendo a liberdade de expressão: uma condição essencial para a democracia, desenvolvimento e dignidade humana.
Hoje, eis que uma agência com esta nobreza de espírito se curva a interesses políticos regionais e resolve emitir uma resolução tão insana como a de 18 de Outubro, quando ignorou toda a História do mundo e qualificou Jerusalém e especificamente o Monte do Templo como sagrados unicamente aos muçulmanos.
O monte do Templo, em alusão ao antigo templo conforme é conhecido pelos judeus e cristãos, também chamado Nobre Santuário pelos muçulmanos, é um lugar sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos também um dos locais mais disputados do mundo. Lá se encontram a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha construídos no século VII e que estão entre as mais antigas estruturas do mundo muçulmano. Por essa razão, o lugar é também referido pela imprensa como Esplanada das Mesquitas.
Trata-se do local mais sagrado do judaísmo, já que é no monte Moriá que se situa a história bíblica do sacrifício de Isaac. Para os muçulmanos, lá teria ocorrido o sacrifício de Ismael. O lugar da "pedra do sacrifício" (a Sagrada Pedra de Abraão) foi eleito pelo rei David para construir um santuário que albergasse o objeto mais sagrado do judaísmo, a Arca da Aliança. As obras foram terminadas por Salomão no que se conhece como Primeiro Templo ou Templo de Salomão e cuja descrição só conhecemos através da Bíblia, já que foi profanado e destruído por Nabucodonosor II em 587 a.C. dando início ao exílio judaico na Babilônia. Uns anos depois foi reconstruído o Segundo Templo, que voltou a ser destruído em 70 d.C. pelos romanos, com a exceção do muro ocidental, conhecido como Muro das Lamentações, que ainda se conserva e que constitui o lugar de peregrinação mais importante para os judeus. Segundo a tradição judaica, é o sítio onde deverá construir-se o terceiro e último templo nos tempos do Messias.
Quanto à Jeusalém, a cidade tem uma história que data do 4º milênio a.C., tornando-a uma das mais antigas do mundo. Jerusalém é a cidade santa no Judaísmo e o centro espiritual dos judeus desde o século X a.C contém um número de significativos lugares antigos cristãos, e é considerada a terceira cidade santa no Islão.
A primeira vez que a Bíblia cita Cristo em Jerusalém foi quando este tinha 12 anos e peregrinou à Jerusalém com seus pais para participar da Pesach, a Páscoa Judaica, como era de costume de todo judeu àquela época.
Nesse período, Jesus ia ao Sagrado Templo aprender com os judeus e acabou ficando para trás quando seus pais partiram. Quando Maria e José retornaram, encontraram o filho entre os mestres e espantando a todos com sua sabedoria.
Os acontecimentes relativos à morte de Jesus aconteceram todos em Jerusalém e a Via Crucis mostra sua caminhada final com a cruz.
Mas, há mais de 3.300 anos, Jerusaém foi a capital judaica.
Jerusalém é mencionada mais de 700 vezes na Bíblia. Os judeus do mundo rezam voltados para Jerusalém.
Todos estes fatos reais atestam para importância de Jerusalém como cidade sagrada do judaísmo, do cristianismo e do islamismo.
Negar a sacralidade de Jerusalém para as outras duas religiões monoteístas do mundo é negar a própria História do Mundo e a Bíblia.
Por tudo isso, só podemos inferir que a UNESCO e a ONU têm se caracterizado como elemento de manobra de alguns países, majoritariamente muçulmanos, e cria suas resoluções com um parti-pris absolutamente não condizente com suas histórias e seus propósitos.
Justificadamente, as comunidades judaicas e cristãs do mundo ocidental repudiaram esta nefasta resolução da UNESCO e expressaram contundentemente sua revolta.
No Brasil, a entidade guarda-chuva de todas as organizações judaicas, a CONIB, Confederação Israelita do Brasil fez circular um documento citando este desvio de propósito da UNESCO.
Este é um capítulo vergonhoso de uma entidade outrora criada com princípios tão nobres.
A realidade é que todos nós devemos estar alertas e denunciar a deturpação destas entidades que deveriam pensar o mundo como um todo e promover o entendimento e a paz entre nações.
Floriano Pesaro
Deputado Federal
Assinar:
Postagens (Atom)

