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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

ASÍ FUE EL JUICIO CONTRA EL CRIMINAL NAZI ADOLF EICHMANN, A 59 AÑOS DE SU SENTENCIA

ASÍ FUE EL JUICIO CONTRA EL CRIMINAL NAZI ADOLF EICHMANN, A 59 AÑOS DE SU SENTENCIA 11/01/2021 Un 15 de diciembre de 1961 recibió sentencia Adolf Eichmann. El juicio fue particular no sólo porque se trataba de uno de los criminales de guerra más infames del mundo, sino también porque sería uno de los primeros en ser filmado y televisado para las grandes audiencias. El juicio interpeló a millones de personas alrededor del mundo que por primera se enteraron de los detalles del Holocausto. Además, tuvo la particularidad de contar con las historias de los sobrevivientes del Holocausto y dar cuenta de crímenes que excedían a los juicios de Nuremberg. El procedimiento judicial se llevó a cabo en el Tribunal de Distrito de Jerusalén entre abril y diciembre de 1961. Eichmann se desempeñó como jefe de operaciones de las SS y estuvo a cargo de organizar la deportación de las comunidades judías de Central Europa a los campos de exterminio del Este. Estas acciones se cometieron simultáneamente con la formación de las fuerzas de tarea alemanas, la Einsatzgruppen, para el exterminio de los judíos soviéticos. Su rol fue fundamental en la ejecución del plan nazi de exterminio de los judíos europeos. A principios de 1942, tras la Conferencia de Wannsee que encargó y en la que se acordó la “solución final”, se le dio a Eichmann aún más autoridad para gestionar el traslado de judíos a los campos de exterminio. Eichmann fue secuestrado por el Mossad en mayo de 1960 de su residencia en Argentina, donde vivía bajo la falsa identidad de Ricardo Klement. Argentina presentó una denuncia oficial al Consejo de Seguridad de Naciones Unidas y condenó el secuestro, reconociendo formalmente la necesidad de llevar a Eichmann a juicio. El primer ministro israelí de ese entonces, David Ben Gurion anunció su captura a la Knesset el 23 de mayo, cuando dijo, “debo informar a la Knesset que hace algún tiempo, las fuerzas de seguridad israelíes localizaron a uno de los mayores criminales nazis, Adolf Eichmann, quien estaba a cargo, junto con el liderazgo nazi, de lo que ellos denominaron ‘La solución final al problema judío’, es decir, el exterminio de seis millones de miembros de la comunidad judía de Europa. Adolf Eichmann ya está detenido en Israel y pronto será llevado a juicio de acuerdo con con la Ley (Castigo) Nazis y Colaboradores Nazis, 5710 – 1950”. Eichmann fue acusado de crímenes de lesa humanidad, crímenes contra el pueblo judío, crímenes de guerra y pertenencia a una organización ilegal. Los jueces que presidieron su juicio fueron Moshe Landoy, el Dr. Benjamín Halevi e Yitzhak Raveh. El fiscal principal fue Gideon Hausner, quien pronunció un dramático discurso de apertura. Se llevaron ante el tribunal más de 100 testimonios y 1 mil 600 documentos. Eichmann afirmó que simplemente estaba “siguiendo órdenes”, pero en una entrevista que concedió en 1957, admitió que “si tuviéramos éxito en matarlos a todos … habría sido feliz”. Fue declarado culpable y condenado a muerte. Esta fue la primera y única pena de muerte condenada en el Estado de Israel. Su apelación a la Corte Suprema fue rechazada en mayo de 1962. El juicio y la sentencia de una figura nazi destacada en un tribunal israelí se consideró un evento muy significativo, así como la exposición masiva del público israelí a los eventos de la guerra y los testimonios dados durante el juicio por los sobrevivientes del holocausto. Publicado vía ©EnlaceJudío Comparte esto: Correo electrónicoFacebookTwitterImprimir Relacionado Descubrieron la placa en honor a las víctimas del Holocausto en el Parque de la Democracia En «Homenaje víctimas del Holocausto» Winton, el héroe británico que salvó a 669 niños del Holocausto En «Personalidades» Falleció Elie Wiesel, una figura central de nuestro tiempo En «AMIA» Categoría : Uncategorized Navegador de artículos← Mujer judía gana caso contra iglesia polaca por terreno robado después del Holocausto

domingo, 10 de janeiro de 2021

Chiune Sugihara: o herói japonês que salvou mais de 6 mil judeus na II Guerr

 

Chiune Sugihara: o herói japonês que salvou mais de 6 mil judeus na II Guerra

Dos horrores da II Guerra muitas histórias tristes surgiram e nomes de pessoas honradas também. Chiune Sugihara é um deles.

Obviamente, não há nenhuma guerra bela ou gloriosa, há somente dor, barbárie, tristeza e sofrimento.

O único lugar onde os confrontos parecem ter glória são nos filmes, e ela provavelmente soa como uma ofensa para quem viveu os horrores.

No entanto, uma coisa podemos afirmar, a guerra revela o pior e o melhor do ser humano. Buda Sakyamuni afirmou que a batalha não é entre o bem e o mal, é entre o conhecimento e a ignorância.

Geralmente, os lembrados nas guerras são os monstros produzidos, Hitler e Mengels são alguns deles.

No entanto, aqueles que deveriam ser eternizados por seus feitos acabam caindo no esquecimento.

Isso acontece, pois a ignorância caminha de salto e o conhecimento caminha descalço. Conheça a história de Chiune Sugihara, um herói japonês que caminhou descalço.

Quem foi Chiune Sugihara?

Chiune Sugihara e famíliaChiune Sugihara e família

Sugihara nasceu no dia 01 de janeiro de 1900 em Kozuchi (atualmente Mino). Filho de uma família de classe média alta.

Seu pai queria que ele se tornasse físico, mas após reprovar propositalmente na prova de admissão foi estudar inglês em Tóquio.

Em 1919 prestou uma vaga no Ministério das Relações Exteriores e foi aprovado. Sua primeira tarefa foi em Harbin na China para fazer parte de um comitê que negociava uma ferrovia que era disputada entre União Soviética, Japão e China.

Enquanto esteve em Harbin aprendeu alemão e russo, além de se tornar especialista em assuntos russos.

Era um diplomata promissor, porém por não compactuar com a forma que os japoneses tratavam a população chinesa foi considerado um servo desobediente do imperador.

Seu coração sempre falava mais alto, nunca deixava sua compaixão e empatia de lado e é isso que fez a diferença.

Leia também:

O Vice-Cônsul do Império Japonês

Suas habilidades e competências na esfera diplomática eram exatamente o que o Japão precisava na Europa.

Em 1939 foi designado para trabalhar em Kaunas, na Lituânia, como vice-cônsul no consulado japonês.

Sua tarefa era monitorar as relações entre União Soviética e Alemanha e reportá-las a Berlim e Tóquio. Também tinha contatos com a inteligência polonesa.

No mesmo ano que Sugihara foi a Europa, a invasão à Polônia teve início e os judeus poloneses fugiram para a Lituânia.

A tensão se tornou muito grande, tanto para os judeus da Lituânia, quanto da Polônia. A única salvação seria um passaporte com um visto garantido para algum país distante da política antissemita que se disseminava na Europa.

Judeus estavam em risco

judeus da Lituânia e Polônia

Por conta da situação, muitas pessoas temendo por suas vidas foram ao consulado japonês com esperança de conseguir um visto.

Porém, o Japão nunca fora, até então, um país aberto a estrangeiros e sua política de imigração era rígida.

A maioria era recusada por falta de recursos financeiros. Chiune Sugihara trabalhava no consulado e novamente sua empatia e coração falaram mais alto.

Inicialmente, Sugihara, consultou o Ministério dos Assuntos Exteriores para saber como proceder diante da situação calamitosa que se apresentava diante dele.

A resposta era negativa para aquelas pessoas e o visto para o Japão só seria concedido em condição de trânsito para países terceiros.

Consciente de que o pacto de não agressão Nazi-Soviético tinha prazo para acabar e a guerra na Lituânia não demoraria a chegar, Sugihara decidiu agir por conta própria.

A lista de Chiune Sugihara

De 18 de julho até 4 de setembro de 1940 ignorou as ordens do ministério e passou a conceder o máximo de vistos aos judeus para território japonês. Assim surgiu a lista de Chiune Sugihara.

Em desespero, Sugihara, fez encontros com oficias soviéticos para negociar a viagem dos refugiados pelas vias ferroviárias Trans-Siberiana arriscando sua vida. Os oficias chegaram a cobrar cinco vezes o valor normal da viagem.

O Japão não adotou as leis antissemitas do Eixo apesar da Alemanha ter pressionado o governo.

Os judeus, graças a Chiune Sugihara, puderam ir para territórios japoneses ficando salvos dos campos de concentração.

Sempo

Conhecido pelos judeus como Sempo era visto por eles com esperança. Escrevia os vistos nos passaportes dia e noite sem ceder para as pressões políticas e burocráticas que pairavam sobre ele.

Quando o consulado foi fechado e ele recebeu ordem de evacuar continuou escrevendo sem parar.

Quando não havia mais tempo, assinou e carimbou folhas em branco e distribuiu para os judeus que faltavam na esperança de poder salvá-los também.

Segundo relatos de sobreviventes, pouco antes de embarcar, emocionado Sugihara disse: “Por favor, me perdoem, não posso mais escrever e desejo o melhor a todos.”

Um homem desconhecido na multidão respondeu: “Sempo. Nunca esqueceremos você. Com certeza, nos veremos novamente!” Enquanto o trem partia, desconsolado, jogou mais documentos pela janela para os refugiados.

O legado de Sempo

Chiune Sugihara passou o resto da guerra trabalhando nos consulados de Praga e Bucareste. Em 1944 foi preso pelas tropas soviéticas. Passou 2 anos como preso de guerra, mas voltou ao Japão em 1946 e morreu em 1986.

Sepultura de Chiune Sugihara

É difícil saber o número exato de vistos que ele concedeu aos refugiados, mas acredita-se que tenha salvado cerca de 6 mil pessoas.

Alguns vistos permitiam que famílias inteiras pudessem ser salvas. Infelizmente, nem todas conseguiram escapar, pois no ano seguinte a Alemanha invadiu a União Soviética.

Foi reconhecido por Israel em 1985 e recebeu o título de Justo Entre as Nações. Ele é concedido a pessoas que ajudaram os judeus durante o holocausto (shoah em hebraico).

Quando questionado o que o levou a tal ato respondeu com humildade: “Fiz porque tive piedade das pessoas, elas queriam ir embora, então, eu dei os vistos a elas.”

Suas ações altruístas passaram em grande parte despercebidos no Japão e somente após sua morte foi homenageado. Em Israel recebeu uma rua com seu nome em 2016.

 

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A LEI INFAME DA POLÔNIA

A Lei Infame da Polônia  (A Lei Infame da Polônia )

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Floriano Pesaro por  mlsend.com 

9 de fev (Há 6 dias)
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A Lei Infame da PolôniaLeia não Seu Navegador

A Lei Infame da Polônia


Pretendia escrever hum Artigo Sobre a importancia do Desenvolvimento para sociais Que Toda Uma parcela do Mundo Pudesse ter Uma Melhor Perspectiva de vida, mas a Polônia me Trouxe de volta à Questão Que Mais TEM residido na minha alma: o enorme Perigo da Volta do nazismo.
Nestas Últimas Semanas o Senado da Polônia aprovou polêmica lei Sobre Holocausto. A Legislação Preve Até Três ano de Prisão Para quem acusar poloneses de cumplicidade crimes EM nazistas e USAR Expressão "campos de extermínio poloneses".
Como se Uma lei Pudesse apagar Toda a Responsabilidade polonesa cabelo Sofrimento de Milhões de Judeus.
Desde Varsóvia Até Apt, desde Lodzj Até Stashow, Todas como Cidades e vilarejos Já conviviam com hum antissemitismo Ferrenho.
MUITOS Judeus Afortunados conseguiram Sair fazê país antevendo O Que aconteceria. MUITOS AINDA vieram sem apagar das Luzes Antes da Guerra.
E, ENTÃO, com um nazista Invasão, milhares e milhares de poloneses puderam Exercer Seu profundo Sentimento Judeus OS contra.
ELES denunciavam de forma Sistemática OS Judeus Que estavam Escondidos em porões e nas Ruas, NAS Cidades Pequenas OU disfarçados Como Cidadãos Não Judeus.
Eles Não tinham prurido em chantagear uma judia População. ELES aceitavam Cuidar de Bebês e Crianças judias para DEPOIS ficarem com ELAS e forçarem Que ELAS aceitassem a fé Cristã, recusando-se a devolver-las Depois da guerra.
poloneses OS dilapidaram Judeus SEUS. joias Roubaram, Obras de Arte e Dinheiro. ELES invadiram Propriedades e se apropriaram delas. O judeu, faminto, deslocado Em Busca de SEUS bens, voltaram Às SUAS Cidades para bater a porta na Cara, pois Sua Casa Já Não era sua, SUAS joias Já Não OS esperavam, SUAS posses Não Mais existiam.
E a Polônia VEM Hoje e cria Uma lei that nega Toda ESTA Perseguição?
A População judaica polonesa foi um that Mais Morreu Durante o nazismo. Sim, Era Uma das MAIORES Populações de Judeus no Mundo, mas, claramente, o Envolvimento fazer polonês alimentou um Matança.
Nesta nova fobia contra o judeu, comeu MESMO a ONU anda Jogando no DOS tempo antissemitas. Suas resoluções anunciando Que Jerusalém, de modo E sagrada para muçulmanos OS E, inequivocamente, Uma declaração antissemita. Aqui, Nem Se trata de atacar enfática e injustamente o Estado de Israel, mas E UMA Resolução Que afeta o judeu do Mundo TODO.
Sabemos TAMBÉM, that MESMO SEM colares de Oficiais, centenas de eventos antissemitas estao acontecendo. JA Podemos ELm Chamar de eventos, São MESMO Uma grande onda racista. Nem MESMO São Só antissionistas, São expressões Globais de Ordem nazista.
Hoje, protegidos Pela Nossa Terra Sagrada, TEMOS o Compromisso de Aumentar Nosso tom de voz Diante Deste panorama.
Não Seremos Mais o povo desenraizado e Sujeito a Estes Ataques.
Nossas Instituições, Confederações, agremiações, Escolas, Clubes, sinagogas, e de Todos os Judeus TEMOS uma Missão de defensor Nosso povo, SEJA PROCURANDO como vias da lei para ISSO, OU Falando, Escrevendo, Fazendo demonstrações, Apresentando Discursos e denunciando mentiras.
Que a Polônia me venha prender, mas SUA cumplicidade EM crimes nazistas E FATO notorio e Os Campos de Concentração poloneses were UNS dos Mais Bem-sucedidos NA Esteira nazista.
Eu e milhares e milhares de Judeus no Mundo somos Obrigados a denunciar ESTA Mais Nova Expressão de racismo da Polônia.
E Hoje, mais fortalecidos, dizemos, foi nazismo polonês sim !!!
Floriano Pesaro
Secretário de Estado do Desenvolvimento social
Deputado Federal
PLETZ.com
Este e-mail enviado foi para:
marioalbertobenedetto@gmail.com
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

27 DE JANEIRO DIA DO HOLOCAUSTO NAZZISTA

Comemora-se neste 27 de Janeiro o Dia Internacional do Holocausto

Comemora-se neste 27 de Janeiro o Dia Internacional do HolocaustoD.R.
Este sábado celebra-se o Día Internacional de em Memoria das Vítimas do Holocausto, o termo utilizado para designar um fenómeno singular da História.
Este fenómeno singular da História foi o programa de extermínio biológico dos judeus europeus, executado pelas autoridades alemãs durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)
O resultado final conhecido em 1945 foi tremendo, um banho de sangue com quase seis milhões de pessoas assassinadas na Europa dominada pelo regímen de Hitler.
O antisemitismo nazi era um fenómeno moderno, mas muito enraizado em preconceitos antigos: o ódio aos judeus nascido na Antiguidade Clássica

Essa hostilidade tinha como raiz o facto de o judaísmo ser uma religião monoteísta, crente num só Deus, opondo-se claramente às religiões politeistas então dominantes. Por isso acusavam-nos de superioridade ideológica fruto de soberba e exclusividade absoluta.
O antijudaísmo clássico foi assumido pela igreja cristã até tarde no século vinte.

Os cristãos afirmavam que Jesús de Nazaret era o Filho de Deus, cuja morte deu início à universalização da mensagem de salvação de Moisés.
No entanto para os judeus essa teoria era um verdadeira heresia pois Cristo não era mais que um simples profeta.
O conflito entre a igreja e a Sinagoga estendeu-se do século I ao século IV, quando ao tornar o cristianismo a igreja oficial de Roma o judaísmo saiu derrotado.

A partir de então o antijudaismo clássico cultural reforçou-se basenado-se em factos teológicos que tinham como principal argumento o facto de Cristo ter sido assassinado por judeus.
O antisemitismo de Hitler que os problemas dos judeus fossem questões religiosas com cura. Também negavam a possibilidade de uma recuperação pelo baptismo.

Esta teoria baseava-se na teoria darwinista da humanidade, que dizia que esta era formada por raças definidas por factores biológicos hereditários, em que os mais fortes deveriam
Assim e de acordo com este princípio de cosmovisão o inimigo natural da raça ariana, a mais pura, eram os judeus, os comunistas, e os pacifistas derrotistas que nada faziam para alterar o sistema.
E Hitler pôs em marcha o seu plano de extermínio de judeus da forma mais ignominiosa possível. Depois de os ter ameaçado e colocado em ghettos morais e físicos, criou ao campos de concentração onde para além de juseus mandou todos os seus inimigos ideologicamente ameaçadores.
O Holocausto foi o maior genocídio até agora conhecido embora muitos povos tenham sentido esse terror no seu país.

No entanto convém não esquecer Auschwitz mantendo a esperança de assim talvez a História não se repita.