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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Palestino gay consegue asilo permanente em Israel depois de 5 anos

Enviado por  em 16 Fevereiro, 2016 - 11:16
Um palestino que não quer ser identificado conseguiu, depois de ser preso seis vezes pela polícia israelita, uma permissão para viver permanentemente em Israel. Ao fugir da violência contra homossexuais imposta pelos palestinos de West Bank, o homem morou por cinco anos em cidades de Israel, entre períodos com permissão e sem permissão do governo. Foram necessárias seis prisões para que ele fosse à julgamento no Supremo Tribunal de Justiça de Israel, onde só então o caso foi estudado e a autorização foi concedida. 
 
A história dele segue essa cronologia: Quando chegou em Israel pela primeira vez, cinco anos atrás, fugindo para salvar sua vida, o homem conseguiu asilo temporário. Quando a permissão expirou, ele não conseguiria outra imediatamente, e ficou à mercê do destino e dos perigos da polícia do país, uma vez que ela é treinada para capturar e prender pessoas que vivem sem permissão no país. Por esse motivo, o rapaz foi preso diversas vezes em um curto espaço de tempo. Sua recente prisão, nesta semana, em Tel Aviv, fez com que o palestino fosse à julgamento na maior instância do país. O resultado foi feliz, depois de muitos anos sem saber se seu futuro estava assegurado. Ele conseguiu asilo em Israel e pode fixar residência no país.

Israel é o único país no Oriente Médio, além da Turquia, onde ser homossexual não é crime. Em Israel a comunidade gay goza de certa liberdade, apesar de conservadores reagirem contra o governo prega o respeito à diversidade. Gays e lésbicas são comumente perseguidos pelas autoridades e grupos miliacianos em toda a região. A discussão sobre a busca de asilo de refugiados palestinos gays já é de longa data. O perigo é iminente para essas pessoas, uma vez que os muçulmanos não aceitam a homossexualidade e, vertentes mais radicais, como o Estado Islâmico, perseguem homens gays e os matam atirando de cima de prédios públicos. Histórias como essas já ganharam até roteiros para cinema.

O filme Além da Fronteira, de 2012, é um lindo longa que conta a história de amor de um Palestino, Nimer, por um Israelense, Roy. O amor dos dois vira um problema para a família conservadora de Nimer, que sofre com o sequestro de um amigo gay bastante próximo, assassinado pelos religiosos fundamentalistas. A direção da película é de Michael Mayer.

Diversos casos de pedido de asilo de homossexuais palestinos ou árabes esperam resposta, alguns há mais de uma década, de Israel.
 
 

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

SENADO DO BRASIL EXCLUI PROJECTO DE CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA DO TEXTO DO CÓDIGO PENAL

Senado exclui projeto de criminalização da homofobia do texto do novo Código Penal; Assista

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Senado exclui projeto de criminalização da homofobia do texto do novo Código Penal; Assista O projeto de criminalização da homofobia foi excluído do texto do novo Código Penal pelo relator, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). A decisão foi tomada após sugestão da consultoria jurídica do Senado.
A proposta de criminalização da homofobia, defendida pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), havia sido apensada ao projeto do novo Código Penal no dia 17 de dezembro de 2013, quando  foi aprovado um requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para incluir o PLC 122 na discussão da reforma do Código Penal.
Exatamente um ano depois, o projeto de criminalização da homofobia volta à estaca zero, devendo ser rediscutido na Comissão de Direitos Humanos do Senado.
“A consultoria [jurídica] nos deu elementos para pedir o desapensamento. O apensamento foi feito de maneira equivocada porque [a criminalização da homofobia] não é uma matéria de Código [Penal], é uma matéria que precisa ser tratada antes no impacto legislativo. Acho que esses crimes de ódio devem ser punidos exemplarmente, e espero que o Congresso se pronuncie”, disse Vital do Rêgo à TV Senado.
Marta Suplicy criticou a retirada do projeto de criminalização da homofobia da pauta do novo Código Penal: “Ficamos nesse jogo. Enquanto isso, milhares de pessoas são vilipendiadas. Existe crime de racismo, existe crime religioso, existe crime de preconceito regional e nacional e não existe crime de orientação sexual, sendo que quem está morrendo na rua hoje é homossexual?”, questionou a senadora durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Assista:

Mobilização

A iminência da aprovação do projeto de criminalização da homofobia mobilizou formadores de opinião no meio cristão para motivar os cidadãos a exigir dos parlamentares que trechos do projeto que atentam contra a liberdade de expressão, religião e culto sejam retirados da proposta.
Para o blogueiro Danilo Fernandes, do Genizah, o projeto que Marta Suplicy queria aprovar embutido no novo Código Penal ressuscitava “todas as absurdas propostas do PLC 122/2006”. Essas propostas ficaram conhecidas no meio evangélico como “mordaça gay”, por prever punição a quem pregasse contra a homossexualidade.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O ESTADO ISLÁMICO MATA HOMOSEXUAIS

O Estado Islâmico lapida dois "gay" na Síria

O Estado Islâmico (EI) apedrejado dois jovens "para cometer atos que violam decência com homens" na província síria de Deir al-Zur, o Observatório Sírio de Direitos Humanos informou.
A ONG, citando ativistas na área, disse um dos jovens, 20 anos de idade, foi apedrejado até a morte depois de ter sido capturado por membros do grupo extremista que encontrou em suas fotografias de telefonia móvel que supostamente os jovens que cometem práticas "indecente" com outros homens.
A vítima foi executada em uma rotatória na aldeia de Al Mayādīn frente de dezenas de pessoas, incluindo crianças.
Por outro lado, um outro jovem foi apedrejado no bairro
Hamidiya, na cidade de Deir al-Zur, capital provincial, por ter feito "contrários aos bons costumes" age com outros homens, de acordo com os islamistas. O Estado Islâmico assumiu com os cadáveres dos executados, sem permitir que o enterro ou a entrega a suas famílias.
O grupo jihadista autodenominado Estado Islâmico declarou um califado no final de junho no Iraque e na Síria, que tomaram partes do território do norte e central de ambos os países.
No dia 13, o Estado Islâmico emitiu uma gravação atribuída a seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, que anunciou a expansão do califado para o Golfo Pérsico e Norte da África, onde outras organizações extremistas juraram lealdade. EFE

sábado, 29 de novembro de 2014

el estado islámico mata homosexuales

El Estado Islámico lapida a dos "homosexuales" en Siria



El Estado Islámico (EI) lapidó a dos jóvenes "por cometer actos que contravienen la decencia con otros hombres" en la provincia nororiental siria de Deir al Zur, informó el Observatorio Sirio de Derechos Humanos.
La ONG, que citó a activistas en la zona, señaló que uno de los jóvenes, de veinte años de edad, fue lapidado tras haber sido capturado por miembros del grupo extremista que encontraron en su teléfono móvil fotografías en las que supuestamente el joven cometía prácticas "indecentes" con otros varones.
La víctima fue ejecutada en una rotonda en la localidad de Al Mayadín delante de decenas de personas, entre ellas menores.
Por otro lado, otro joven fue lapidado en el barrio de
Hamidiya, en la ciudad de Deir al Zur, capital provincial, por haber llevado a cabo actos "contrarios a la decencia" con otros hombres, según los islamistas. El Estado Islámico se llevó consigo los cadáveres de los ejecutados, sin permitir su enterramiento o la entrega a sus familias.
Los jihadistas del grupo autodenominado Estado Islámico declararon un califato a finales de junio en Irak y Siria, donde han tomado partes del norte y el centro del territorio de ambos países.
El pasado día 13, el Estado Islámico emitió una grabación atribuida a su líder, Abu Bakr al Bagdadi, en la que anunció la expansión del califato a los países del golfo Pérsico y el norte de África, donde otras organizaciones extremistas le han jurado lealtad. EFE