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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Jerusalén aprueba plan de viviendas para el barrio árabe
Nacional
Por recomendación de la Corte de Distrito
Jerusalén aprueba plan de viviendas para el barrio árabe El plan para el barrio Arav al-Swahara se extiende más de 1.500 dunams (375 acres) y hace un llamamiento para la construcción de 2.200 viviendas.
Aunque el alcalde de Jerusalén, Nir Barkat, y el teniente de alcalde Koby Kahlon, quien preside el comité de construcción y planificación, habían estado tratando de conseguir este plan aprobado desde hace varios años, fue bloqueado en varias ocasiones por activistas de derecha en conjunto con concejales ultraortodoxos.
A raíz de una acción legal por los vecinos del barrio, con la ayuda de Clínica Jurídica de los Derechos Humanos Universales de la Universidad Hebrea y el
abogado Ziad Kawar, el Corte de Distrito de
Jerusalén ordenó al Consejo de la ciudad que debata el plan y tome una
decisión.
Los derechistas, liderados por Mati Dan, director de la asociación
Ateret Cohanim, que patrocina numerosas iniciativas para la compra de
propiedades árabes en Jerusalén oriental para judíos, y el concejal
Aryeh King, votaron en contra.
Al final, sin embargo, el plan pasó con el apoyo de Kahlon, el representante del partido Yerushalmim Tamir Nir, y el concejal de Meretz Yosef Alalu.
El representante de Habait Hayehudi Dov Kalmanovich votó en contra, y los representantes ultraortodoxos de la comisión se abstuvieron.
Barkat elogió la decisión, diciendo: "La planificación de los barrios del este de Jerusalén por el municipio es una clara expresión de la soberanía israelí sobre todos los puntos de la ciudad y fortalece la unidad de Jerusalén".
Al final, sin embargo, el plan pasó con el apoyo de Kahlon, el representante del partido Yerushalmim Tamir Nir, y el concejal de Meretz Yosef Alalu.
El representante de Habait Hayehudi Dov Kalmanovich votó en contra, y los representantes ultraortodoxos de la comisión se abstuvieron.
Barkat elogió la decisión, diciendo: "La planificación de los barrios del este de Jerusalén por el municipio es una clara expresión de la soberanía israelí sobre todos los puntos de la ciudad y fortalece la unidad de Jerusalén".
JERUSALEM APROVA PROJETO PARA CONSTRUÇÃO DE BAIRRO ÁARBE
Jerusalém aprova projeto para construção de bairro árabe
A Prefeitura de Jerusalém aprovou um projeto para a construção de um bairro árabe em Jerusalém Oriental, após anos de forte resistência
Ahmad Gharabli/AFP
Jerusalém - A Prefeitura de Jerusalém
aprovou um projeto para a construção de um bairro árabe em Jerusalém
Oriental, após anos de forte resistência por parte dos setores
ultranacionalistas, que pretendem aumentar a presença judaica no mesmo
local em que os palestinos reivindicam como capital.
A Comissão de Planejamento e Construção Local do consistório decidiu
iniciar o projeto ontem, enquanto o primeiro passo para a construção do
bairro Arav al Swahara é a criação de 2.500 casas distribuídas entre 150
hectares de terreno, afirmou nesta quinta-feira à Agência Efe Pepe
Alalo, vereador do partido pacifista Meretz em Jerusalém.
O projeto havia sido apresentado à Prefeitura há mais de cinco anos, embora acabasse barrado por membros de direita, que também costumavam impedir a análise inicial da construção.
Já os cidadãos palestinos abriram requerimento à Suprema Corte israelense com o objetivo de que o projeto fosse analisado.
Após o pedido da população, o prefeito se viu obrigado a estudar o projeto e acabou submetendo-o a votação.
Alalo lamentou que, mesmo com esse "sinal verde" para a construção do bairro, "os setores direitistas tentarão se encarregar de diminuir o número de casas e de atrasar o início das obras".
No entanto, segundo a fonte, essa medida supõe um "passo positivo" e explicou que o plano geral é criar o bairro próximo à aldeia palestina de Tzur Baher e ao bairro judaico de Talpiot, ambos em território israelense.
O prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, elogiou a decisão e disse que "o planejamento do bairro em Jerusalém Oriental feito pela prefeitura é uma clara representação da soberania de Israel sobre todas as outras cidades e reforça a unidade de Jerusalém".
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O projeto havia sido apresentado à Prefeitura há mais de cinco anos, embora acabasse barrado por membros de direita, que também costumavam impedir a análise inicial da construção.
Já os cidadãos palestinos abriram requerimento à Suprema Corte israelense com o objetivo de que o projeto fosse analisado.
Após o pedido da população, o prefeito se viu obrigado a estudar o projeto e acabou submetendo-o a votação.
Alalo lamentou que, mesmo com esse "sinal verde" para a construção do bairro, "os setores direitistas tentarão se encarregar de diminuir o número de casas e de atrasar o início das obras".
No entanto, segundo a fonte, essa medida supõe um "passo positivo" e explicou que o plano geral é criar o bairro próximo à aldeia palestina de Tzur Baher e ao bairro judaico de Talpiot, ambos em território israelense.
O prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, elogiou a decisão e disse que "o planejamento do bairro em Jerusalém Oriental feito pela prefeitura é uma clara representação da soberania de Israel sobre todas as outras cidades e reforça a unidade de Jerusalém".
Oriente Médio
15 fotos de medo, morte e revolta na Palestina e em Israel
Em mais um conflito entre Israel e Palestina, com ataques na Faixa de Gaza, mulheres, crianças e famílias inteiras precisam lidar novamente com o terror
REUTERS/Mohammed Salem
Uma menina palestina, de
apenas quatro anos, se recupera no hospital após ser ferida em um ataque
israelense que matou a sua mãe e outras duas pessoas da família.
São Paulo - Em mais um conflito sangrento entre Israel e Palestina, são as famílias inocentes que mais sofrem com as bombas e os ataques indiscriminados.
Por enquanto, foram 145 palestinos mortos em Gaza, 82 deles civis - incluindo 25 crianças.
O governo de Israel acusou o Hamas de sequestrar os jovens, iniciando buscas violentas na região de Gaza.
A brutalidade resultou em três palestinos mortos, sendo que um tinha apenas 13 anos. Foi a vez dos palestinos se revoltarem com tamanha covardia.
Dias depois, os corpos dos israelenses foram encontrados. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, presente no funeral, prometeu vingança.
Em julho, mais retaliação: um jovem palestino de 16 anos foi morto. A autópsia revelou que ele tinha sido queimado vivo.
Foi o estopim para que extremistas palestinos incitassem um ataque a Israel.
Já Israel aproveitou a deixa para investir contra o Hamas em Gaza, com bombardeios que atingem casas de famílias.
Por enquanto, foram 145 palestinos mortos em Gaza, 82 deles civis - incluindo 25 crianças.
Histórico
Tudo começou em junho, quando três adolescentes israelenses sumiram perto de Hebron, na Cisjordânia palestina.O governo de Israel acusou o Hamas de sequestrar os jovens, iniciando buscas violentas na região de Gaza.
A brutalidade resultou em três palestinos mortos, sendo que um tinha apenas 13 anos. Foi a vez dos palestinos se revoltarem com tamanha covardia.
Dias depois, os corpos dos israelenses foram encontrados. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, presente no funeral, prometeu vingança.
Em julho, mais retaliação: um jovem palestino de 16 anos foi morto. A autópsia revelou que ele tinha sido queimado vivo.
Foi o estopim para que extremistas palestinos incitassem um ataque a Israel.
Já Israel aproveitou a deixa para investir contra o Hamas em Gaza, com bombardeios que atingem casas de famílias.
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terça-feira, 2 de setembro de 2014
lições contra o horror
Lições contra o horror
O colégio Max Rayne é o único de Jerusalém no qual crianças israelenses e palestinas estudam juntas
CARMEN RENGEL Jerusalém 1 SEP 2014 - 17:21 BRT
Efrat Mayer não precisa de um megafone. Sua voz é ouvida até nas fileiras do fundo, e isto porque está diante de 400 pessoas. “Conseguimos 5.000 dólares (11.000 reais) para Gaza e em alguns dias começaremos a empacotar a ajuda humanitária”, informa feliz. Efrat é uma das coordenadoras do colégio Max Rayne, ou Lado a lado, como todos o conhecem, o único centro educativo de Jerusalém no qual estudam juntos crianças israelenses e palestinas, por volta de 600, que aprendem igualmente hebraico e árabe, história de um lado e do outro das linhas de guerra e, sobretudo, lições de humanidade para entender a quem outros querem transformar em adversários.
O discurso é breve. Serve para agradecer as centenas de professores, pais e crianças que se reuniram nas portas da escola em uma nova marcha, possivelmente a última, como as que realizaram em cada domingo desde o início da Operação Limite Protetor em Gaza. Sem o reforço de paz e valores que dá o Lado a lado, os jovens estariam passando férias cheias de angústia, cada qual em seu bairro, em seu ambiente, escutando ameaças e maldições sobre o contrário. Era necessário uni-los de novo. E conseguiram, uma marcha semanal sem cartazes nem bandeiras na qual o único lema está na camiseta dos estudantes: Caminhemos juntos, escrito em três idiomas.
Kifah Abu Shamaine, pai de Mahmud, de oito anos, explica enquanto caminha que seu filho “precisava de algo que evidenciasse que o que aprendeu no colégio não se perde com a guerra. Caminhar, mesmo em silêncio como ele faz às vezes, significa avançar. É um símbolo. Isso nos deu paz e confiança nessas semanas”, reconheceu. Existem mães como Shelly – impossível anotar o sobrenome enquanto sai correndo para que sua pequena patinadora não caia – que se negam a serem vistas como “animais raros” da cidade. “Estamos convencidos de que trazendo as crianças aqui estamos criando uma nova geração de cidadãos que se conhecem diretamente, sem preconceitos nem sombras, que derrubamos muros. Eles veem seus amigos, não uma bandeira. Aprendemos com eles a cada dia”, diz emocionada.
O colégio foi criado em 1998 e agora ensina crianças da pré-escola até o final do colegial. Está situado entre o bairro israelense de Patt e o palestino de Beit Safafa. Em cada sala existe um professor árabe e outro israelense, que usam indistintamente os dois idiomas. Nas carteiras se misturam cristãos, muçulmanos e judeus de diversas tendências. Ali está, por exemplo, o rabino Yehiel Grenimann, defendendo um modelo de estudos que foi já exportado para cinco cidades israelenses, e que abriga crianças de qualquer estrato social.
Uri Ben Tzion, pai de um incansável ruivo, frisa que nos arredores do colégio foi criada uma “comunidade de amigos”. Os abraços e beijos dos que vão aparecendo na marcha constatam sua afirmação. Reconhece que não é todo mundo do seu entorno que gosta da aposta educativa para seu filho. “É duro, mas é mais honesto. Meus irmãos às vezes não conseguem falar com meu filho pois ele expõe dilemas. Aqui não são doutrinados no racismo. Aqui existe espaço para demonstrar que, se na prática já vivemos juntos, mesmo que não nos olhemos, se um dia repararmos que a pessoa do nosso lado é outro ‘eu’, deixaremos de nos machucar”, insiste.
Hoje os jovens iniciam novo semestre escolar, sem bombas nem foguetes em Gaza, e com o mérito de ter mantido viva sua amizade e seu respeito por quem fala e reza e parece diferente, mas não é.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
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