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quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

ALBERTO FERNANDEZ E JAIR BOLSONARO UMA BRIGA QUE NÃO LEVA A LUGAR NENHUM

ALBERTO FERNANDEZ E JAIR BOLSONARO UMA BRIGA QUE NÃO LEVA A LUGAR NENHUM LULA tentou montar um império baseado no comunismo com o narcotráfico segundo O EX PRESIDENTE COLOMBIANO ÁLVARO URIBE ,toda AÇÃO PRODUZ UMA REAÇÃO,MAIS A PREPONDERÂNCIA E O EQUILÍBRIO PREVALECEM diz um PROVÉRBIO CHINÊS . O Fracasso do governo do PT PARTIDO DOS TRABALHADORES de esquerda teria uma reação que foi JAIR BOLSONARO ,A INTERFERÊNCIA DE LULA E DILMA nas campanhas eleitorais de outros países faria que JAIR BOLSONARO tive-se o apoio logístico de presidentes de direita como MACRI - ARGENTINA,MARIO ABDO BENITEZ - PARAGUAI ,SEBASTIAN PIÑERA - CHILE,MARTIN BIZCARRA-PERU,IVAN DUQUE - COLÔMBIA. Infelizmente MAURÍCIO MACRI errou em querer cortar a árvore da inflação porém não erradicou o deficit público com isso a inflação renasceu. ALBERTO FERNANDEZ foi imprudente em visitar LULA em CURITIBA PR,ele é advogado na ARGENTINA e não no BRASIL . JAIR BOLSONARO foi imprudente em se envolver na campanha eleitoral da reeleição de MAURÍCIO MACRI E FALAR NO ESTADO DO PIAUI que não permitiria que esses 2 bandidos de esquerda ganhasem NA ARGENTINA como se BOLSONARO MANDA-SE LÁ e querendo fazer de MAURÍCIO MACRI um fantoche. JAIR BOLSONARO FOI IMPRUDENTE em falar que os cidadãos argentinos que votou em ALBERTO FERNANDEZ foram imbecil ,a coisa não foi pior por causa da intervenção do VICE PRESIDENTE DO BRASIL HAMILTON MOURÃO que foi na posse de ALBERTO FERNANDEZ, é uma briga que não leva a lugar nenhum

sábado, 13 de junho de 2020

UMA TRÉGUA NA ARGENTINA ENTRE MAURICIO MACRI E ALBERTO FERNANDEZ

Mauricio Macri | Tudo Sobre | G1

Em quanto no BRASIL virou bagunça onde os 3 poderes estão em briga em plena pandemia, briga de foices entre estados com União que como falou o jornal espanhol EL PAIS , na vizinha ARGENTINA o ex presidente e adversário MAURICIO MACRI fez uma trégua com o atual mandatário ALBERTO FERNANDEZ ENQUANTO DURAR A PANDEMIA,além de um pacto social que as demissões estão temporariamente suspensas. Eu assumo que votei em JAIR BOLSONARO ,eu sou direita não simpatizo com partidos de esquerda como PT,PSOL,PSTU,PC DO B e não voto neles mesmo se tratando de parente;porém sendo objetivo e imparcial agora é momento de trégua e não de briga ,não tenho simpatia alguma pelo esquerdista alguma por ALBERTO FERNANDEZ mais concordo que ele tem sabido conduzir melhor a situação que nosso presidente JAIR BOLSONARO sem falar que a atual situação já preocupa os países vizinhos em especial ALBERTO FERNANDEZ-ARGENTINA que é de esquerda e MARIO ABDO BENITEZ DO PARAGUAI que é de direita

domingo, 3 de maio de 2020

QUEM VOTA NO PT VOTA NO NARCOTRÁFICO

O PT O PARTIDO DOS TRABALHADORES(BRASIL)A MAIOR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DO MUNDO SEGUNDO A CIA NORTE AMERICANA, tem envolvimento com o NARCO TRÁFICO sim ,DEOSDADO CABELLO LÍDER DO CARTEL SOIS AD VENEZUELA ,procurado pela INTERPOL, LULA E DILMA RECEBEM COM HONRARIAS; O PCC BRAÇO ARMADO DO PT tentou matar PATRICIA BULLRRICH EX MINISTRA DA JUSTIÇA DA ARGENTINA E O EX PRESIDENTE MAURICIO MACRI ,O ATENTADO AO PRESÍDIO DE OBERÁ(MISIONES) ARGENTINA, O PT Tentou matar MARIO ABDO BENITES ,PRESIDENTE DO PARAGUAI ,quando a POLICIA NACIONAL PARAGUAIA prender 2 brasileiros integrantes do PCC CONFIRMAR OS PLANOS DO PT DE HOMICÍDIO CONTRA MARIO ABDO BENITES,PRESIDENTE DO PARAGUAI, NO PARAGUAI TEM 4000 BRASILEIROS PRESOS DELES 2800 SÃO DAS FAÇÕES;QUANDO DILMA FOI DESTITUÍDA AS FAÇÕES FIZERAM TERRORISMO NO ESTADO DE CEARÁ(BRASIL) SE REPETIR COM A POSSE DE JAIR BOLSONARO.AGORA PAULO PIMENTA PT RS DEFENDER OS NARCO DIPLOMATAS VENEZUELANOS,QUEM VOTA NO PT VOTA NO NARCOTRÁFICO.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Macri: ‘Bolsonaro quer avançar em acordo Mercosul-UE’

Macri: ‘Bolsonaro quer avançar em acordo Mercosul-UE’

Emmanuel Macron já advertiu que só aprovará o acerto caso o Brasil se mantenha no Acordo de Paris sobre a Mudança do Clima

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou a Mauricio Macri que quer avançar nas negociações comerciais entre o Mercosul e a União Europeia (UE). O líder argentino informou nesta segunda-feira, 3, que a conversa entre ambos aconteceu antes da reunião de cúpula do G20.
“Falei antes de começar o G20 com o meu novo colega Jair Bolsonaro, e ele me confirmou que quer avançar neste acordo, mas precisa ver como está e tomar a sua posição”, declarou o presidente da Argentina em entrevista coletiva, em Buenos Aires, convocada para analisar os resultados da reunião dos líderes das vinte maiores economias do mundo.
A União Europeia e o Mercosul negociam um acordo baseado em três pilares diálogo político, cooperação e livre-comércio  há duas décadas. Nos últimos dois anos, o processo ganhou fôlego. A assinatura do acordo, porém, depende da superação de divergências em questões sensíveis para o livre-comércio entre os dois blocos.
Desde sua eleição, porém, dúvidas sobre a conclusão do processo surgiram depois de declarações de Bolsonaro e de seus futuros colaboradores sobre o Mercosul e o Acordo de Paris sobre Mudança Climática. O presidente francês Emmanuel Macron expressou suas ressalvas no último sábado, 1º.
O francês advertiu, em Buenos Aires, que não aprovará o acordo de livre-comércio entre os dois blocos se o Brasil se retirar do Acordo de Paris. Em campanha, Bolsonaro declarou que assim agiria e, depois de eleito, fez o governo brasileiro recuar em sua decisão de sediar a 25ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, a COP-25.
O futuro presidente brasileiro tampouco se posicionou de maneira clara, até o momento, em relação ao Mercosul.  No início de outubro, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou à imprensa que a Argentina e o Mercosul “não são prioridades” para a futura gestão do Brasil e criticou a “ideologização” do bloco sul-americano. Segundo ele, o país deve comercializar com todo o mundo.
Desde então, Bolsonaro e seu gabinete de transição não deram uma resposta definitiva sobre os planos para as relações comerciais e políticas com o bloco sul-americano. Macri antecipou hoje que deve conversar com Bolsonaro nos próximos meses e debater o tema. Ele anunciou também que, no próximo dia 10, acontecerá uma nova rodada técnica de negociação entre a União Europeia e o Mercosul, quando se espera algum “avanço”.
“Claramente, é um acordo muito demorado. Há mais de vinte anos que esta negociação existe”, afirmou.
O presidente argentino disse que todos os líderes concordaram que esse acordo é uma grande oportunidade para os envolvidos. Afirmou também que já conversou sobre o tema com Angela Merkel (Alemanha), o próprio Macron, Pedro Sánchez (Espanha) e Giuseppe Conte (Itália).
“Infelizmente, todas essas demoras fizeram com que haja uma nova autoridade, embora ainda não tenha assumido, no Brasil”, refletiu Macri sobre a transferência do Poder Executivo de Michel Temer para Jair Bolsonaro.
Em uma das dezessete reuniões bilaterais que aconteceram no último fim de semana, de forma paralela à cúpula do G20, Macri encontrou-se com a primeira-ministra britânica, Theresa May, para tratar do Brexit, entre outros temas.
“Sabemos que o Reino Unido está se separando da Comunidade Europeia, e isso também abre oportunidade de gerar convênios de troca específicos com o Mercosul, e eles também estão abertos”, disse.

Relações diplomáticas

Logo após sua eleição, Bolsonaro anunciou que a primeira viagem como presidente eleito seria para o Chile. A decisão contrariava a tradição brasileira, já que os últimos presidentes eleitos escolheram a Argentina, país com o qual o Brasil está ligado pelo Mercosul e com o qual mantém intensa integração produtiva e comercial.
A viagem teve de ser cancelada por motivos de saúde. Mas o desconforto diplomático, somado às declarações pouco amigáveis de Paulo Guedes sobre o bloco sul-americano e a Argentina, continua entre os dois países.
(Com EFE)
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Macri confirma que virá para a posse de Bolsonaro em janeiro

Macri confirma que virá para a posse de Bolsonaro em janeiro

Publicado em 05/12/2018 - 07:45
Por Agência Brasil*  Brasília
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, confirmou que virá para a posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, em 1º de janeiro de 2019. A informação foi confirmada pelo ministro das Relações Exteriores argentino, Jorge Faurie.
 
Macri
O presidente da Argentina, Mauricio Macri - Arquivo/Agência Brasil
Faurie, que estará em Brasília nesta semana para a reunião de chanceleres do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela, que está momentaneamente suspensa), disse que o esforço é para buscar um acordo comercial entre o bloco e a União Europeia (UE).
Na segunda-feira (10), Faurie se reunirá com integrantes da União Europeia. O acordo entre o Mercosul e a União Europeia é negociado há quase duas décadas e esbarra em setores específicos.
O chanceler disse que Macri "já conversou" com Bolsonaro "duas ou três vezes" e, na última ocasião, mostrou a "importância de poder fechar esse acordo" com a União Europeia.
*Com informações da Télam, agência pública de notícias da Argentina
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