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segunda-feira, 16 de março de 2020

Posted: 15 Mar 2020 08:54 PM PDT

Brasil precisa ser melhor representado, diz Huck

Imagem: Reprodução/Twitter

“Quem sai na rua hoje pode estar matando alguns idosos daqui a algumas semanas”, diz Huck.

Luciano Huck, apresentador da Rede Globo, publicou, neste domingo (15), uma controversa mensagem nas redes sociais.
Ao comentar sobre os atos pró-governo realizados em centenas de cidades do Brasil, Huck disse que os manifestantes podem contribuir com a morte de idosos.
“Quem sai na rua hoje pode estar matando alguns idosos daqui a algumas semanas, e aumentando a probabilidade de virar desempregado mais pra frente”, afirmou Huck.
Horas atrás, o Ministério da Saúde divulgou um novo balanço dos casos confirmados da nova variante de coronavírus no país.
Agora, são 200 casos confirmados de Covid-19, como noticiou a RENOVA.

Posted: 15 Mar 2020 07:09 PM PDT

O líder da Câmara afirmou ainda que o presidente faz pouco caso da pandemia e contraria orientações de seu próprio governo
5.set.2017 - Rodrigo Maia (DEM) chora ao assinar o acordo de recuperação fiscal do RJ
Imagem: Pedro Ladeira/Folhapress


Maia cobrou de Bolsonaro respostas e soluções para o coronavírus 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), considerou um "atentando à saúde pública" a atitude de Jair Bolsonaro de ter participado da manifestação pró-governo na área externa do Palácio do Planalto, interagindo com manifestantes. "Por aqui, o presidente da República ignora e desautoriza o seu ministro da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas. Isso é um atentado à saúde pública que contraria as orientações do seu próprio governo. A economia mundial desacelera rapidamente; a economia brasileira sofrerá as consequências diretas", disse Maia.

O deputado lembrou ainda crise econômica. "O mundo está passando por uma crise sem precedentes. O Banco Central americano e o da Nova Zelândia acabam de baixar os juros; na Alemanha e na Espanha, os governos decretam o fechamento das fronteiras", disse. "Há um esforço global para conter o vírus e a crise".

"O presidente da República deveria estar no Palácio coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o País. Mas, pelo visto, ele está mais preocupado em assistir as manifestações que atentam contra as instituições e à saúde da população", disse ainda. Para Maia, a situação é preocupante. "Somos maduros o suficiente para agir com o bom senso que o momento pede", afirmou.

Posted: 15 Mar 2020 06:54 PM PDT


As manifestações convocadas para este domingo, 15 de março, a favor do presidente da República, Jair Bolsonaro, estão entre os assuntos mais comentados do Twitter no mundo.
Às 12h30, a hashtag #BolsonaroDay foi o segundo assunto mais comentado da rede social, ficando atrás apenas de uma tag em língua japonesa.


Mais de 250 cidades brasileiras estão com atos de apoio ao governo Bolsonaro agendados para este domingo (15).
Apesar da orientação de algumas autoridades para suspender a realização de eventos com grandes aglomerações para evitar a disseminação do novo coronavírus, milhares de apoiadores do governo não atenderam ao apelo.

Em mensagem nas redes sociais, Bolsonaro compartilhou alguns vídeos de atos realizados em várias cidades do Brasil.
Compartilhem: 👇👇👇🔰🔰🔰😉😉😎😎

Posted: 15 Mar 2020 06:00 PM PDT

Presidente do Congresso Nacional, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) afirmou em entrevista exclusiva à CNN Brasil que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confrontou a democracia brasileira ao estimular a participação de apoiadores em protesto com pauta crítica ao Legislativo e ao Judiciário.
Da parte do Palácio do Planalto, Davi Alcolumbre afirma que espera uma participação mais ativa nos debates, e cita como exemplo negativo a fala de Jair Bolsonaro de que "a bola estava com o Congresso" ao apresentar a proposta de reforma da Previdência. "O governo tinha que participar de todos os debates", disse.
CNN Brasil entrevistou representantes dos três poderes. Assista às entrevistas com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados; o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal; e o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Nossa produção tentou gravar uma entrevista com o presidente da República, Jair Bolsonaro, na sexta-feira, dia 13. Entretanto, devido à suspeita de diagnóstico do coronavírus, o Palácio do Planalto não confirmou a disponibilidade do presidente na última semana e a gravação não foi possível. 
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, em entrevista à CNN Brasil

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, em entrevista à CNN Brasil

Foto: Reprodução/CNN Brasil
CNN Brasil: Senador, vamos começar com a pergunta inicial dirigida aos chefes de todos os poderes que estamos entrevistando. E a pergunta é a seguinte: a população está ansiosa, diria até um pouco indignada, esperando ver esse grande país realizar seu potencial. As pessoas estão cansadas de ver o Brasil sendo tratado como o país do futuro. E quando elas olham para os poderes, não enxergam o que a Constituição preconizou, que é um relacionamento harmônico e independente entre eles. O que está acontecendo?  
Davi Alcolumbre: Primeiro, eu quero agradecer a oportunidade de participar dessa entrevista, que é fundamental para que a sociedade brasileira possa compreender esse ambiente institucional da democracia. Em relação ao Parlamento brasileiro, não tenho dúvida que, desde o dia 2 de fevereiro [de 2019], quando assumi a presidência do Senado, em todas as minhas manifestações tenho me posicionado em fortalecermos as instituições.  
Os brasileiros lutaram muito para que nós tivéssemos o Estado Democrático de Direito, mas está assegurado também nesta mesma Constituição que os poderes são independentes, porém harmônicos. A gente tem vivido, de fato, nesses últimos meses, uma polarização ainda resultado da eleição presidencial. A eleição terminou, mas, aparentemente para algumas autoridades da República, a eleição ainda não terminou. No Congresso, posso falar do Senado e da Câmara, porque, estando presidente do Senado, eu estou chefe de um poder, tenho buscado essa conciliação e esse diálogo desde o primeiro momento. Do Parlamento, da parte do Congresso, nós temos nos dedicado a isso.

O senhor está fazendo uma crítica a outro poder, está criticando o poder Executivo. E o senhor acabou de dizer que, para alguns, a eleição não terminou. Está querendo dizer que o Executivo continua se comportando em relação ao Legislativo como se estivesse em uma campanha eleitoral? 
Já disse isso várias vezes, publicamente inclusive. Quando peço para que possamos dialogar, conversar e buscar um entendimento, e, de fato, do outro lado, de alguns atores do poder Executivo, esse diálogo não consegue ecoar. Eles continuam ainda processando como se estivéssemos em um processo eleitoral. A eleição acabou. Não são só os brasileiros que votaram no candidato A ou no candidato B que estão aguardando respostas, são todos os brasileiros que esperam do governo e do Parlamento as respostas que são urgentes para a sociedade.
Presidente, do que depende a estabilidade entre o Congresso e o Palácio do Planalto?
Essa relação tem que ser construtiva. Da nossa parte, a gente tem se assenhorado das matérias, o Parlamento brasileiro tem conduzido a dianteira dos processos legislativos. Mas precisamos de fato da participação do governo central, porque as pautas, elas podem parecer hoje do Parlamento, mas são pautas de governo. Você vê em alguns momentos o governo falar do interesse na votação e aprovação de matérias, mas se isentar do debate. O governo tem que participar ativamente, precisamos que o governo possa ser o condutor desse processo todo.
Não para dizer como o deputado ou o Senado devem votar, mas para dizer que apoia esta ou aquela matéria. Acaba que o Parlamento se assenhora, e isso foi muito bom inclusive para a gente, porque, nessa relação estabelecida com o presidente, ele formatou o modelo de governança, não aceitou o modelo de coalizão. Se ele não aceitou o modelo de coalizão, não há participação partidária nos ministérios. E aí o Congresso está também adotando outro modelo de trabalhar com essa relação.
O senhor se referiu ao Executivo como autor de um novo padrão de governança. O presidencialismo de coalizão foi deixado de lado. Faz parte desse novo padrão de governança, por exemplo, o chamado às ruas com críticas severas por parte do Executivo ao poder que o senhor chefia. No que que isso vai dar? 

Primeiro, eu acho que é injusto com o Congresso. Nessa relação, a gente tem a todo o momento buscado a pacificação, e o que o Congresso tem dado para o governo do ponto de vista de matérias importantes votadas. Se você analisar o ano de 2019, o presidente do Brasil entregou a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, saiu de lá e disse que a bola estava com o Parlamento.
O governo tinha que participar de todos os debates. O ministro Paulo Guedes participou ativamente das matérias econômicas, e a reforma da Previdência era uma delas, era essencial, mas o Parlamento acabou tomando para si a responsabilidade, tendo clareza do seu papel. Então, convidar as pessoas para um ato contra as instituições é atentar contra a democracia. Nós estamos a todo o momento lutando para fortalecer o poder Judiciário, para fortalecer o poder Executivo e para fortalecer o poder Legislativo.
Como o senhor avalia a sua relação com o presidente Bolsonaro, comparando com o seu colega ali na Câmara, que é do seu partido, o presidente Rodrigo Maia. O senhor é mais próximo do Palácio do Planalto do que o Rodrigo Maia? 
Não é ser próximo ou ser distante, é manter a relação institucional de independência e de harmonia, porque o presidente Bolsonaro foi eleito, mas os congressistas também foram eleitos. Os 513 deputados e os 81 senadores também tiveram voto na eleição. Então, a gente precisa conciliar e tentar construir um entendimento das pautas importantes para o Brasil. Tenho que manter essa relação institucional, tenho que buscar essa relação. Não é uma aproximação, é uma relação institucional.  
Presidente, nós estamos chegando ao final da nossa entrevista. Uma perguntinha de pegadinha mesmo no final. De um a dez, qual é a nota que o senhor dá para a relação entre os poderes?  

Confesso que vejo no presidente Toffoli uma dedicação muito grande para que o poder Judiciário possa ajudar o país. Na Câmara dos Deputados, o presidente Rodrigo Maia, como eu disse, tem a dinâmica dele própria, tem mais dificuldade do que no Senado. E, como presidente do Senado, eu tenho buscado essa conciliação e esse diálogo permanentemente. Acho que está faltando muito nessa relação, muito por parte do Executivo. O Parlamento estará sempre à disposição do Executivo para buscar essa aproximação e chegar a esse entendimento. 
O senhor não quer dar uma nota?  
Acho que dar uma nota não é bom. Bom é fazer as coisas acontecerem, e isso nós estamos buscando todos os dias.

Posted: 15 Mar 2020 02:51 PM PDT


Durante as manifestações pró-governo deste domingo (15) o presidente Jair Bolsonaro pegou uma bexiga que fazia referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e chutou para longe no meio de multidão.
O boneco, que era a caricatura do petista com roupas de presidiário foi dado ao presidente por um popular e ao recebê-lo, Bolsonaro afastou seus seguranças e chutou o boneco para longe.

Assista:



Posted: 15 Mar 2020 12:38 PM PDT

Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta manifestantes em frente ao Palácio do Planalto, neste domingo (15).
Orientado a ficar em isolamento até refazer testes para o coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro passou de carro ao lado de manifestantes no ato pró-governo deste domingo (15), na Esplanada dos Ministérios e, na volta, foi ao encontro de apoiadores no Palácio do Planalto. Com o punho fechado, Bolsonaro cumprimentou apoiadores e chegou a usar o telefone celular de algumas pessoas para tirar selfies.

O presidente tinha saído em comboio do Palácio da Alvorada sem falar com a imprensa e apoiadores e, ao lado da manifestação, passou em marcha lenta, sem parar e com os vidros do carro fechados, sem aparecer. Depois de passar pelo ato, ele continuou circulando pela capital e então foi para o Palácio do Planalto, onde então foi visto dentro do carro acenando para os apoiadores.
Ele apareceu na rampa para cumprimentar manifestantes com a camiseta da seleção brasileira, como mostrou em uma transmissão ao vivo no Facebook. Após apelo dos manifestantes, Bolsonaro desceu a rampa do Palácio do Planalto até o nível da rua para interagir com os seus apoiadores atrás de duas grandes que o separa da aglomeração. "Isso não tem preço. Não é um movimento contra nada, é a favor do Brasil", disse Bolsonaro na live.

Presidente compartilha vídeos e fotos

Manifestantes pró-Bolsonaro exibem bandeira contra o STF e o Congresso durante carreata em Brasília.

Manifestantes pró-Bolsonaro exibem bandeira contra o STF e o Congresso durante carreata em Brasília.| Sérgio Lima/AFP

O presidente compartilhou vídeos e fotos sobre as manifestações no Twitter. Em uma delas, sem autoria, era possível ler faixas 'Fora Maia', em referência ao presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ), 'Fora STF' e 'SOS Forças Armadas'. Bolsonaro identificava a imagem como sendo de Maceió, Alagoas. A foto foi apagada da conta de Bolsonaro.

O primeiro vídeo compartilhado por Bolsonaro mostra motoqueiros vestidos de verde e amarelo em Belém, no Pará, e foi publicado originalmente na conta do deputado federal Éder Mauro (PSD-PA), com a hashtag #BolsonaroDay. Num segundo vídeo, em que a cidade e a autoria das imagens não são identificadas, pessoas aparecem em jet-skis empunhando bandeiras do Brasil. Outro vídeo mostra manifestantes no ato esvaziado em Brasília, onde a organização dos atos optou por promover uma carreta para evitar o contato próximo de pessoas.

Posted: 15 Mar 2020 12:20 PM PDT


Veja o que o cantor esquerdista disse em seu perfil no Facebook:


"Dois anos sem respostas é tempo demais! Há exatos dois anos, a defensora de direitos humanos Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, foram brutalmente assassinados no Rio de Janeiro. A solução deste crime interessa a todos e todas nós que acreditamos numa sociedade mais justa!

Quem mandou matar Marielle Franco e por quê? Eu, o @institutomariellefranco, @monicaterezabenicio, @anistiabrasil e quase 1 milhão de pessoas, em todo mundo, queremos saber!


Se você também quer, assine a petição no site da Anistia Brasil (bit.ly/assine-marielle), pressione o Governador do Rio @wilsonwitzel e o Ministério Público do RJ e exija respostas.

#TbmQueroSaber #JustiçaParaMarielle #MidiaNinja #342Artes #InstitutoMarielleFranco #JustiçaPorMarielleEAnderson"




Fonte: Perfil do Caetano Veloso no Facebook 

Posted: 15 Mar 2020 12:44 PM PDT


Decisão ocorre devido à situação do coronavírus no país

Santuário Nacional em Aparecida Foto: Wikimedia


Neste sábado (14), a Justiça decidiu que o Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, deve suspender missas e eventos no local. A determinação atende a um pedido do Ministério Público em razão da epidemia de coronavírus no Brasil.
Em decisão liminar, a juíza Luciene Belan Ferreira Allemand antecipou “os efeitos da tutela, em razão da ameaça de contaminação e disseminação da doença, por se trata de medida de saúde pública, evitando-se, assim, a exposição de diversas pessoas ao vírus, bem como suas consequências , deferindo a liminar para impedir a realização de quaisquer eventos no Santuário Nacional de Aparecida”.

Posted: 15 Mar 2020 11:02 AM PDT
Presidente dos EUA realizou o exame na sexta-feira
Teste de Donald Trump aponta negativo para coronavírus Foto: EFE/EPA/Erik S. Lesser
Neste sábado (14), a Casa Branca divulgou que o teste de coronavírus feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu resultado negativo. A informação consta de um memorando em nome do médico Sean P. Conley.
Trump realizou o teste na noite desta sexta-feira (13).
O exame aconteceu após ele ter estado em um evento com o secretário de Comunicação do governo brasileiro, Fabio Wajngarten, que foi testado positivo para Covid-19, doença causada pelo coronavírus.
Assessores de Donald Trump também informaram que estão checando a temperatura das pessoas que se aproximam do presidente e do vice, Mike Pence.
Posted: 15 Mar 2020 10:55 AM PDT
15 de março: tag pró-Bolsonaro é destaque no Twitter
Imagem: Reprodução/Twitter

A tag #BolsonaroDay é um dos tópicos mais propagados no Twitter mundial.

As manifestações convocadas para este domingo, 15 de março, a favor do presidente da República, Jair Bolsonaro, estão entre os assuntos mais comentados do Twitter no mundo.
Às 12h30, a hashtag #BolsonaroDay é o segundo assunto mais comentado da rede social, ficando atrás apenas de uma tag em língua japonesa.
Imagem: Reprodução/Twitter
Mais de 250 cidades brasileiras estão com atos de apoio ao governo Bolsonaro agendados para este domingo (15).
Apesar da orientação de algumas autoridades para suspender a realização de eventos com grandes aglomerações para evitar a disseminação do novo coronavírus, milhares de apoiadores do governo não atenderam ao apelo.
Em mensagem nas redes sociais, Bolsonaro compartilhou alguns vídeos de atos realizados em várias cidades do Brasil, como noticiou a RENOVA.
Posted: 15 Mar 2020 10:36 AM PDT


Faixa etária mais suscetível às consequências do novo vírus, idosos vão a ato em Copacabana

Ato pró-governo na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, neste domingo
Reginaldo Pimenta / Agência O Dia
Rio - Os manifestantes que ignoraram os pedidos para evitar aglomerações - por causa do coronavírus - se reúnem num espaço de cerca de um quarteirão na Praia de Copacabana, Zona Sul do Rio, na manhã deste domingo. A maioria dos presentes são idosos, faixa etária mais suscetível às consequências do novo vírus.

Os poucos que usam máscaras aproveitaram a ocasião para personalizá-las. A versão mais vista é uma com os dizeres "Canalhas Vírus: Congresso Nacional".

Os cartazes dos manifestantes têm como alvo o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF). Um homem carrega um banner em que pede a destituição da Corte, a "limpeza total" do Parlamento e a instauração de um novo AI-5. Ele usa um boné dos Estados Unidos.

Já uma senhora próxima a ele levanta um cartaz de cartolina em que pede para o Exército assumir o País. Há no ato, inclusive, a réplica de um veículo militar no qual os manifestantes sobem para tirar fotos.




Manifestantes usam máscaras em ato pró-governo na Orla de Copacabana, na Zona Sul do RioReprodução Twitter
Contra o Congresso, um dos cartazes mais comuns tem o rosto do general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional, com a inscrição "Fod*-se".

Outro alvo nesta manhã é o governador do Rio, Wilson Witzel, ex-aliado e hoje inimigo político de Bolsonaro. Do alto do carro de som, um representante do Movimento Brasil Conservador chamou Witzel de traidor e promoveu um "pisaço" numa bandeira com o rosto dele ao som da música tema do filme Tropa de Elite.

Por volta das 10h40, um morador de um prédio em frente ao ato pendurou na janela uma bandeira do PT. Os manifestantes viraram para o edifício, vaiaram e entoaram músicas contra o ex-presidente Lula e gritos de "Vai pra Cuba".

A presença mais inusitada nesta manhã é a de um cavalo branco levado por um manifestante.


Ato pró-governo na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, neste domingoReginaldo Pimenta / Agência O Dia




Manifestantes usam máscaras em ato pró-governo na Orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio

Posted: 15 Mar 2020 10:02 AM PDT

Deputado afirmou que não protesta contra o Congresso, mas a favor do governo

Neste domingo (15) acontecem diversos protestos pelo Brasil a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro e contra decisões do Congresso Nacional.

Entre os manifestantes esteve o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), que participou do movimento na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
– Estamos na luta contra a corrupção e apoio ao nosso presidente Jair Messias Bolsonaro. Não é uma manifestação para fechar o Congresso porque sou congressista, e sim para dizer que a forma de governar o Brasil mudou! – declarou.

Fonte: Pleno News 
Posted: 15 Mar 2020 09:29 AM PDT


pandemia do coronavírus pelo mundo virou um dos principais assuntos durante a manifestação convocada por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, neste domingo, 15 de março. Em Salvador, os ativistas culparam o comunismo da China pela proliferação da doença pelo mundo (veja no vídeo abaixo).


"Esse Coronavírus aí foi criado em na China, um país comunista", declarou uma militante em cima do minitrio estacionado em frente ao Edifício Oceania, na região do Farol da Barra. "Eles estão vendo que o comunismo não deu certo e estão reproduzindo o vírus para deixar o povo com medo".
Vídeo: Henrique Brinco / BNews


Ao todo, o novo coronavírus já matou 3.173 pessoas na China, o país que mais foi afetado pela doença. Os primeiros casos surgiram no começo de dezembro de 2019.  A cidade de Wuhan é considerada o epicentro da epidemia.
Na capital baiana, entre os grupos que mantiveram a manifestação mesmo após a orientação do governo para evitar aglomerações, estiveram o Mobiliza Bahia Conservadora, Direita Independente da Bahia, Bolsonaristas e Militância Direita Salvador, entre outros. 

Posted: 15 Mar 2020 03:05 AM PDT
"Mas que jornalismo falcatrua é esse Lauro Jardim ?? Olha o que esse “jornalista” irresponsável diz: “Com a morte de Bebianno, segredos de campanha de Bolsonaro ficarão enterrados para sempre.” Mas que segredos? Diz aí! Que segredos? Se não disser você não é jornalista, é só fofoqueiro!"

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