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quinta-feira, 19 de março de 2020

Coronavírus: mais mortes, ministros diagnosticados e calamidade pública iminente

Coronavírus: mais mortes, ministros diagnosticados e calamidade pública iminente
Clarice Cardoso, do UOL, em São Paulo
Em dois dias, o estado de São Paulo já confirmou três mortes no estado em decorrência da covid-19. Na manhã de hoje, a secretaria estadual de saúde confirmou que mais duas pessoas morreram em razão da doença. Segundo a rede Prevent Senior, as vítimas têm 65 e 80 anos de idade e estavam internadas no Hospital Sancta Maggiore, na capital paulista, desde o dia 15 de março.
Ontem, o hospital confirmou a primeira morte por coronavírus no país: um homem de 62 anos. Quatro familiares dele estão internados com sintomas da doença. Até o dia 26 de março, na quinta-feira da semana que vem, calcula-se que o país já terá mais de 4,9 mil pessoas contaminadas. A conclusão é de um estudo feito pela PUC-Rio, Fiocruz e Instituto D'Or da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.
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Em Brasília, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno.
Durante entrevista coletiva com a participação de oito ministros, todos de máscaras, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), afirmaram que a pandemia de coronavírus vai fazer o Brasil passar por dias "duros" e "difíceis" a partir de agora. O presidente, porém, cobrou elogios a ele mesmo pois seu governo estaria "ganhando" em várias áreas.
Enquanto isso, a expectativa na noite de quarta é de que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vote o decreto de calamidade pública, que foi pedido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A mensagem assinada pelo presidente considerou que a medida é necessária para evitar que a máquina pública trave.

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